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Graffite tratado como deve ser a arte urbana, como arte. 10 May 2010 as 10:00 pm de Caio Blumer

Rolou no sábado dia 08 no bairro da Pompéia em Sampa a “Mostra Nacional do Graffite da Vila Pompéia”. Esse movimento visa a criação da “galeria pública de arte urbana” nas ruas da Pompéia.

Tem uma cobertura legal com ótimas fotos no UOL.
(apesar da gente não poder nem divulgar a foto de lá e tal…¬¬)

Tintas Rec

O mais legal disso tudo é a comunidade de grafiteiros, a prefeitura, a comunidade participando e dando o devido valor a quem faz da arte urbana uma coisa profissional, sem danos aos patrimônios que são da sociedade, mas sim buscam embelezar e dar um sentido, um toque, uma mensagem através da arte, afinal é isso o que a arte faz.

A arte deve ser tratada como arte em toda sua participação na sociedade, assim como o esporte, a música, etc. Respeite o garoto andando tranquilamente de bicicleta ou skate[bb] na rua, o grupo de crianças jogando futebol na quadra da escola, na rua, as meninas jogando vôlei no bairro.

Iniciativa dessas são exemplo que não precisa se tentar achar o problema dentro do problema no país, como construir mais cadeias pra “combater o crime” (hã!?) por exemplo. Precisa se investir na educação, criar escolas, cursos como os de arte urbana, de esportes urbanos, música urbana, principalmente para os grandes centros… urbanos.

Ou então arte, esporte, música, profissionalização que seja em toda sua abrangência. Garanto que tem muito artista, esportista, professores e profissionais em busca de trabalho que topariam fácil trabalhar em escolas PÚBLICAS (prestou atenção? PÚBLICAS – e particulares também, porque não).

Será emprego gerando emprego e isso não é nenhuma utopia, é questão de pensar 5 minutos à frente e ter vontade de fazer acontecer por quem PODE fazer.

Enquanto isso você aí, pode botar a voz no mundo e espalhar iniciativas como essa, votar direitinho (eu sei que é fod@$%*), mas essa é nossa parte.

Foto chique demais via Flickr da Aparecida de Souza (CC – Todos direitos reservados)
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+ Geração de lixo Vs. Lei antifumo Por Caio Blumer 20 August 2009 as 12:54 am 1 comentário

É aquilo: tenta se concertar uma coisa aqui e estraga outra lá! É a tal “Mão sexual: onde encosta, fod#*@!

Já surgiram algumas reportagens nos jornais da TV e várias (váaarias) manifestações no Twitter sobre a enxurrada de bitucas de cigarro que estão aparecendo nas calçadas das cidades paulistas após o início da aplicação da lei antifumo.

Cinzeiro
É aí que surgem os questionamentos de ambos os lados:

1)     “A culpa é do governo que não coloca cinzeiros[bb] em lugares públicos para que sejam jogadas as bitucas e cinzas”.

2)     “Que nada, a culpa é do próprio fumante. Quem está gerando o lixo é ele, o vício é dele, se vire ele”.

Agora as coisa que eu acho que acho: (frase powered by Saque Voleio):

Veja o post completo →

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+ Música | O melhor vídeo que assisti hoje vai te fazer sorrir Por Caio Blumer 29 April 2009 as 2:52 pm 4 comentários

Eu não pude ter a audácia de mudar o título do post que vi no Gizmodo. Ele fala tudo sobre esse vídeo, aliás, é quase um “re-post”, afinal ele falou tudo que que tinha que falar.

Eu sou um fã inveterado do poder da música. Sim, o PODER da música. Esse vídeo é a prova de que ela é uma linguagem universal, que onde você for existe gente de coração aberto para se comunicar através da música.

Chega de falatório. Pegue seu lenço de papel e click no play:


Playing For Change | Song Around The World “Stand By Me” from Concord Music Group on Vimeo.

Essas coisas me arrepiam!

O vídeo é uma gravação de um cover de Stand By Me, aquela famosa Stand By Me. O vídeo e a música foram gravados apenas com alguns microfones, um notebook, uma câmera de filmagem, boa vontade e paixão pela música.

São artistas completamente desconhecidos, artistas, músicos e cantores de rua do mundo todo. O início é em uma ruazinha em Santa Mônica – Califórnia – por um músico que se chama Roger Ridley. A base no violão e vocal foi levada para Grandpa Elliot que colocou sua contribuição – e que contribuição! – apenas ouvindo o que Roger havia feito por um fone de ouvidos. A partir desse instante o projeto foi levado dessa mesma forma ao redor do mundo: Europa[bb], África, América do Sul – inclusive Brasil.

A música cura, a música alegra, a música te faz chorar e faz rir. Esse é o poder da música.

Falando nisso, e pra finalizar, aproveito para reproduzir também o primeiro parágrafo do post no Gizmodo que matou a pau:

“Se esse vídeo não levar uma lágrima para seus olhos e não fizer você sorrir pelo resto do dia, você é um desgraçado sem coração. Assista do início ao fim – você não vai se arrepender.”

Arrepiado ainda?

Via Diego Jock e Gizmodo

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