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Houve um tempo de rock’n roll 22 November 2010 as 9:41 am de Caio Blumer

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Eis que foi um show o Stereophonics. Literalmente, um show.

Há tempos eu não aparecia num show tão bacanudo, mas esse não foi bacanudo… foi O SHOW de rock’n roll!

Ok, você que foi ao Paul McCartney, shiu.

Depois de um show de rock’n roll do mais puro, sem frescura, sem melação, se papagaiada, você sai pensando: onde ficou esse rock? Lá em Carmarthenshire?

Stereophonics é bem DESconhecida no Brasil. Uma pena esse desconhecimento, mas..se você for uma destas pessoas, vou deixar um videozinho logo ao final. Evangelizador de musica ativado.

Como fica a cabeça de um fã de rock’n roll ao ver uma banda que sobe ao palco para fazer você ouvir as músicas fielmente bem feitas como as do CD’s que você canta no trânsito?! Como fica a sua cabeça quando para pra pensar que ver um show sem muita apelação ao público, mas cheio de riffs que arrepiam os cabelos das canelas?

Nem para começar!

É fato, está cada vez mais raro achar rock feito pelo rock por aí.

Imagine essas bandas novas que vem surgindo hoje, especialmente as bandas novas de sucesso no Brasil. Vamos parar para analisar…Ok, não vamos parar para analisar, não vale a pena.

Dinheiro, fama, sucesso, mulheres (?!), shows?

Bom, eu não posso falar muito dos “coloridos” que fazem símbolos do rock’n roll em seus shows porque não ouço muito.

Meus ouvidos sentem ao ouvir certas cosias, meus olhos ardem ao ler e assistir outras.

Engraçado, lembro de minha mãe, nada fã de rock, perguntou-me na época porque daquele movimento todo contra “aquela banda que tocou antes do show da Bon Jovi”… Explicação simples, mãe: rock, onde!?

Lembro também de quando era moleque e o rock no Brasil valia, e valia muito à pena. Mesmo um RPM da vida, que era todo “apaixonadinho” cantava o amor, a guerra, a censura, as louras geladas!

Legião, Barão, Skank, Paralamas, Titãs, Ultraje a Rigor, Biquíni Cavadão…meu Deus, quanta coisa boa eu tinha como referência quando era moleque. Quando eu era MAIS moleque.

Eram letras pensadas, músicas construídas, mensagens distribuídas.

E hoje? E hoje? E hoje, José?

Bom, eu estou garantindo o futuro ao menos. Montando um acervo musical para a posteridade, para que os filhotes que hão de vir tenham referências. Quem sabe um AC/DC como canção de ninar? Brincadeira, senhora minha futura esposa! Se eles gostarem, obrigado Senhor! Se não…rezamos mais um pouco.

Agora com licença, vou ali pegar a guitarra, rock bom inspira…

Ah, o vídeo! Stereophonics, caro leitor. Caro leitor, Stereophonics:

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+ Mulheres e as músicas: mais do que inspiração, elas são melodias apaixonantes Por Caio Blumer 16 September 2010 as 9:34 am 6 comentários

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Música e mulher são almas gêmeas e complementares. A mulher é uma música, a música não só pode ser inspirada numa mulher como na maioria das vezes é, mas a música é uma mulher em si (dó, ré, mi, fá – piadinha by Evandro Bortoleto).

Ambas têm muito em comum, independente de gêneros. Ginga, paixão, rítimo, sentimentos, milhões de sentimentos ao mesmo tempo, alegria, lágrimas. É ouvir uma música e você pode descrever uma mulher por ela.

E na companhia de Rubens Gualdieri, o poeta do twitter (@rubensgualdieri) e do Dona Oncinha, blog da dona onça da moda, Jú Manzato estou aqui para dizer a impressão que eu, uma tentativa de músico de garagem que passa 90% do dia ouvindo música, encaro sobre alguns ritmos musicais legais que gosto e suas respectivas personalidades femininas.

Joss Stone – Essa mulher é pura música

Blues Woman
Blues é o som da alma. Um som calmo, mas extremamente expressivo, uma música encantadora.

Blues é um dos estilos musicais pelos quais mais me apaixonei. E a garota blues… É, aquela mulher forte, com uma alma forte, pura, vibrante. Ela tem um olhar firme, e só vai dar bola pra você meu caro, se realmente sentir a sintonia dos solos gingados que fazem com seus olhares, como duas guitarras que se conversam num Jam no palco.

É ela passar e os trompetes, trombones e demais metais soam, ecoam e chamam um backing vocal grave, charmoso e cheio de personalidade para acompanhar sua graça, leveza e presença…e aquela jogadinha de cabelo sabe?

Essa mulher é uma das mais difíceis de conquistar, mas, ah, que delícia é estar ao lado de uma mulher versátil, adorada pela sua companhia, conversa boa, inteligência e sagacidade.

É do Rock ’n’ Roll!
Personalidade. Força. A mulher que fala tudo que ela tem que falar, expõe sentimentos e esconde uma força que pelo amor de Deus. É aquela intensidade toda no falar, no olhar, no abraçar, no beijar.

Atitude de quem quer viver a vida a cada segundo que dá pra viver. Energia pura, não vai te deixar parado, ela não é agitada, mas é cheia de vida. Sabe aquela amiga sua que gosta da amizade dos homens, fala besteira e palavrão de vez em quando sem a menor frescura? É ela a mulher personalidade, a mulher rock’ n’ roll.

Ela não tem que provar nada pra ninguém, mas ela quer ser reconhecida, e ela se entrega total ao que (ou quem) ama, assim como a guitarra entrega seus solos cheios de alma, quase falante, aos dedos do bom guitarrista. É pura graça e força.

Ela é o Samba
Ela é o samba e o samba é ela… ah, a mulher com alma do samba eu preferi deixar por último. Essa para mim é uma das mulheres mais apaixonantes da Terra, talvez por isso digam que a mulher brasileira é uma das mais belas em aparência e personalidade.

A mulher samba é aquilo tudo. É aquele sorriso fácil, sorriso manso, sincero, que vem com tudo para te alegrar. Ela traz aquele risinho tímido e feliz, tem uma beleza no andar que para qualquer bobo na rua. A mulher samba tem um jeitinho, um jeitinho que ela e só ela tem, por isso é tão difícil achar a mulher samba. Ela não é aquela rebolante, ela é aquela charmosa, que nasceu para alegrar a vida das amigas e (muito mais) dos apaixonados homens que ouvem seu rítimo choroso, charmoso, feliz e gostoso…êita nois…

Se você quer se sentir ainda mais perto de uma mulher samba, ouça uma boa bossa nova[bb], que cantou tantas mulheres fantásticas, com um olhar faceiro, mortal, delicioso de se trocar, de se tocar, aquele olhar calmo e penetrante.

Ela e seu “laiá laiá”

Você saberá exatamente quando encontrar uma mulher samba, ela sabe provar que está ali sem precisar de muito esforço, afinal, o samba é inconfundível em qualquer lugar do mundo.

Mas fique esperto, mulher samba é só pra quem sabe o que é um verdadeiro samba, já dizia Aragão[bb], tem que ser moleque atrevido, e saber respeitar quem soube chegar onde uma mulher dessas chegou ;)

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E você, tem alguma mulher e uma música favorita? Como descreveria? E você mulher musical que está lendo, homem-música também se aplica?

Vou lá ouvir mais um sonzinho e me apaixonar, porque eu sou muuito mais uma “mulher musical” dessas do que uma “mulher-fruta” daquelas!

E agora é só passar na casa da Dona Oncinha e conferir o texto do Rubens, que me acompanha nesta “difícil” tarefa de escrever sobre as mulheres e sua musicalidade :)

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+ Blumerangue entrevista a Velho Novo Por Marcio 28 October 2009 as 11:48 am 11 comentários

Da esquerda para a direita: Nilton, Tárcio e Leandro

Da esquerda para a direita: Nilton, Tárcio e Leandro

É uma noite de quinta-feira de muito calor (Caramba! Como faz calor aqui mesmo quando chove) e somos recebidos educadamente em Sumaré no Home-Studio do Leandro (guitarrista da banda Velho Novo) para bater um papo com ele e com Tárcio (vocalista) sobre os projetos musicais e o novo CD “Entre o Velho e o Novo há sempre o eterno” da banda Velho Novo de Hortolândia.

Formada por Tárcio, Leandro e Nilton (Baixo), a banda está despontando no cenário musical da região e merece atenção pela sua pegada enérgica nas reinterpretações dos clássicos do Rock. Em tempos de pseudo rock[bb], é sempre bem vinda uma banda com essas características para alegrar as nossas noites.

Para mais detalhes sobre a história da banda, agenda de shows, etc. Acessem o site da banda, desenvolvido por Celina (O Leandro agradece Celina!).

Depois de alguma descontração e a ausência do Nilton que está trabalhando, começamos o nosso papo com um bom humor sempre característico dos “Velho Novenses”…

Veja o post completo →

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+ Blink 182 de volta! Por Caio Blumer 10 February 2009 as 12:10 am 4 comentários

Rá! Você viu? Caraca fiquei feliz com essa notícia: Blink is Back! :D

Fiquei sabendo pela Tatty hoje no Twitter/Messenger.

Voltou um filme na minha cabeça de colegial, banda de punk (era horrível sonoramente, mas era baita divertido), skate, rampas, joelho ralado e canela roxa.

Ah, e como sempre a movimentação no twitter já começou.

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+ Do pop acústico para uma levada blues Por Caio Blumer 13 November 2008 as 12:41 am 4 comentários

De um pop rock acústico direto para uma levada blues malandra e uma guitarra fantástica, este é John Mayer.

O cara que pra mim tinha uma ou duas músicas legaizinhas… me fez mudar o pensamento depois de ouvir o seu último CD ao vivo (Where the light is) – e depois ouvir os demais com mais atenção – descobri um baita guitarrista e um compositor de letras muito boas.

Recomendo, e muito, ouvirem esse cara que tem influências de guitarristas como Steve Ray Vaughan e já é comparado por muitos, como tenho lido, uma versão nova de Eric Clapton, aliás, eles já fizeram algumas apresentações juntos, fazendo suas guitarras quase “conversarem” durante as músicas.

Abaixo só um aperitivo, a música “Neon” que abre o show do DVD de “Where thhe light is”, ao vivo em Los Angeles.


Não sou a Cler do Hit na Rede mas tô dando meus pitacos musicais :P

Algumas informações a mais, como sites dedicados a ele por exemplo, no famoso Wikipédia.

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