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Sua imaginação te dá asas? | Faça o comercial da Red Bull 03 March 2010 as 10:38 pm de Caio Blumer

Quem é que não curte aqueles comerciais doidos da Red Bull? São uns comerciais sem pé nem cabeça, mas com asas (sacou a piadinha, hã, hã?)

Agora os malandrões da Red Bull deram um tempo no patrocínio  de esportes malucos e abriram uma chance pra algum reles mortal ficar famoso.

Os caras criaram uma promoção onde você deve mandar a sua história sem pé nem cabeça, mas com asas (tá foi a última, eu juro) para os caras e torcer pra ser o mais criativo.

Rolou um interesse de virar famoso né? Acessaí: www.redbullomelhorcomercial.com.br e conheça mais sobre a promoção.

RedBull Comercial

Achei bacanuda. Só não participo porque não quero ficar famoso… #humilde.

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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

+ 60 Dicas de um Red-ator Por Scaico 02 June 2009 as 10:31 am 13 comentários

Acho legal como as coisas “viralizam” pela internet.
Recebi essas dicas por e-mail. Pesquisei e encontrei ela nesse blog aqui. Ele diz ter retirado do PSV, que dá os créditos ao Tenório Cavalcanti. Não achei o texto no blog dele, mas tá creditado mesmo assim. Vamos ao que importa.  :)

Como a lista é enorme, vou deixar só os 10 primeiros tópicos abertos. Para ler o resto, é só clicar no link depois.

1. Antes de pensar propaganda, entenda marketing. Antes de pensar marketing, entenda gestão empresarial, antes de pensar gestão empresarial, estude muito sobre gestão empresarial.

2. Quando você estiver achando que é muito bom, não peça aumento, peça demissão.

3. Antes de reclamar do salário, reclame de você para você.

4. Se você faz freelance enquanto trabalha numa agência é porque não ganha bem. Se você não ganha bem, faça por merecer ganhar mais.

5. Nunca abandone os clichês. Eles são um eterno material de pesquisa.

6. Toda ideia original é resultado da mistura ou transformação dos clichês.

7. Se sua maior qualidade é ser criativo, mude de ramo.

8. Recuse-se ir a reuniões quando não está preparado.

9. Nada que te deixa dopado acelera o processo criativo.

10. Fazer cerão não é regra, é imposição da conveniência.

Veja o post completo →

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+ Dica de Leitura – Cultura da Convergência Por Scaico 20 May 2009 as 4:34 pm Nenhum comentário

matrix1
Quando o filme “Matrix[bb]” entrou em cartaz, em 1999 ele revolucionou o cinema, com efeitos especiais de altíssima qualidade e o inovador “bullet-time”, aquele efeito especial onde a câmera gira em torno de uma cena semi-congelada. Na realidade, não é bem a câmera que gira, mas não vim explicar o efeito especial em sí.

Mas com a chegada de “Matrix Reloaded[bb]” em 2003, a revolução foi outra: a comunicação. Não vou entrar no mérito da história da trilogia, mas uma coisa é certa: Para mim, a espera entre o segundo e o terceiro filme foi marcada por uma série de conversas, buscas pela internet, teorias… E por jogos de video-game (Enter the Matrix) e desenhos animados (Animatrix). O que os produtores fizeram é algo que eu creio que nunca havia sido feito: um cross-media para um filme.

matrix2Quem assistiu somente os 3 filmes, entendeu (ao máximo que é possível entender um filme como Matrix). Mas quem jogou o jogo de video-game, descobriu coisas que não foram contadas nos filmes. Quem assistiu aos desenhos do DVD Animatrix, aprendeu como as máquinas dominaram o mundo e como a Revolução começou. Ficou sabendo até quem é, exatamente, aquele carequinha que ficava carregando as malas do Neo pra lá e pra cá.

Nenhuma das informações são essenciais. Elas são apenas complementares. Mas elas dão uma sensação de envolvimento muito maior. Quando você é fã de alguma coisa, a sensação de pensar “Aaaah… Então foi assim que isso aconteceu…”

Hoje em dia, isso é bem mais comum. Séries como “Lost” e “Heroes” aproveitam o período entre uma temporada e outra (que costuma durar 8 ou 9 meses) para lançar ARGs (Jogos de Realidade Alternativa) com o intuito de liberar novas informações relevantes mas não essenciais sobre a história da série. E isso também mantem a atenção do fã, durante esse longo período de espera, diminuindo a chance de que ele perca o interesse pela série entre as temporadas.conver

E é isso, e muito mais, que Henry Jenkins escreve no seu livro “Cultura da Convergência”. Não vou postar link de nenhuma loja vendendo, para não fazer apologia, mas é só pesquisar no nosso amigo Google.

Leia o primeiro capítulo aqui.

É um livro que eu considero obrigatório para qualquer comunicador.  Na minha modesta opinião, se alguém da área ler o livro e não concordar que vivemos em uma época de convergência, de cross-media e de consumidores que ditam o caminho… Essa pessoa é dinossaurica. :~

As mídias tradicionais são passivas. As mídias atuais, participativas e interativas. Elas coexistem. E estão em rota de colisão. Bem-vindo à revolução do conhecimento. Bem-vindo à Cultura da Convergência.
Henry Jenkins – Cultura da Convergência

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+ Anúncio | Coca-Cola – The Organ Player Por Caio Blumer 08 May 2009 as 10:30 am Nenhum comentário

Eu estou rindo até agora com esse novo vídeo da Coca-Cola.

Sempre achei meio “sem noção” a maioria dos comerciais da marca[bb], mas esse ficou “sem noção”, mas ficou muito engraçado, a música é demais de engraçada.

O comercial prende a atenção, mais do que aqueles malucos de monstrinhos dentro de uma máquina de refrigerantes que recebem sua moedinha e fazem o refrigerante sair depois de um mega-processo maluco de bixinhos arrotando.

Além de tudo o novo (não tão novo assim) slogan da Coca-Cola – “Open happiness” – é a tradução do vídeo. “Bem bolado, bem bolado” #Silvio.

Via Direto do Forno

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+ Encarando o TCC | Escolhendo o melhor negócio Por Caio Blumer 08 May 2009 as 1:02 am 4 comentários

No projeto de conclusão de curso de marketing[bb] temos uma determinada verba (bem da básica digamos assim) com aqual temos a missão de abrir um negócio, uma empresa. Temos então um grande nabo nas mãos: criar um negócio, praticamente novo, do zero e que seja promissor, afinal queremos o lucro no final das contas, certo? doubt_daniel-y-go_t Essa é uma das muitas fases em que você verá zilhões de idéias pulando na sua cabeça e na cabeça dos seus “comparsas”. O ideal seria terminar o ano que antecede o TCC com uma idéia do negócio já meio que pronta na cabeça, pois a quantidade de idéias para serem avaliadas, pensadas, estudadas e decididas entre todo o grupo é grande e toma tempo. Muito tempo. Claro, nós pensamos em algumas coisas no final do ano passado, mas as idéias boas surgiram mesmo nas férias. Voltamos para o ano derradeiro com cerca de 15 negócios[bb] diferentes. Fomos eliminando, juntos, e pensando nos mais promissores, nos mais interessantes e claro, isso não pode faltar, nos que dariam mais tesão na gente.

Não se engane, é difícil decidir quais das muitas idéias ótimas – todas nossas idéias são ótimas, é como filho ou como aquela arte que a gente fez pro anuncio de revista do primeiro semestre.

Você chega  então, depois de muito custo, a duas ou três idéias. Idéias que você realmente compraria na vida real, idéias que te dão motivos para defendê-la, pois acredite, você vai ter que defender e muito bem essa idéia com unhas, dentes, gráficos e relatórios.

É difícil decidir qual dos “filhotinhos” você vai levar para casa para criar, mas procure o melhor amigo que você vai ter esse ano: o professor. Converse com ele, explique, defenda, peça idéias, opiniões e tenha o tato necessário para descobrir nas dicas dele qual negócio pode ser de maior sucesso para seu grupo e para o TCC.

Ah, e não esqueça, você tem que amar a idéia e o negócio tanto quanto seus supostos consumidores amarão quando ela estiver pronta.

Imagens duka por: Daniel Y. Go e João Faustino

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Encarando o TCC | A série!

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+ Encarando o TCC | A Série! Por Caio Blumer 23 April 2009 as 11:21 pm 2 comentários

Saudades de blogar, rapaiz!

Como você deve saber (ou não) estou no último ano da faculdade do curso de Propaganda e Marketing[bb], quase um marketeiro (não gosto desse termo, prefiro falar publicitário quando me perguntam, simplifica).

Enfim, o último ano da faculdade é a graça de qualquer estudante! Vai terminar! Você se formará e será finalmente um profissional certificado. Porém…porém, você terá que encarar, seja no curso que for, o bendito do TCC! – música de suspense de filme de terror de 5ª aqui.

Bom, como se percebe, eu malemá tenho postado aqui, tudo graças ao bendito do TCC! Mas, como bom marketeiro/planner/publicitário que estou me formando, a chave do negócio é transformar uma fraqueza ou falha em uma oportunidade. Tente, você também consegue!

TCC?

TCC, definição oficial: Trabalho de Conclusão de Curso, sem o qual, você não se formará, nem a pau!

TCC, definição de estudantes: “Trabalho Com o Cão”!

studing

A série

Aproveitando a deixa então, estou começando uma série de posts contando os apuros, apertos, correria, alegrias, brigas, idéias e toda essa mistureba de acontecimentos que o TCC traz no último ano para um universitário.

Até o fim do ano tem assunto. Quero tentar levar você até ao dia da apresentação e o recebimento da nota do projeto experimental que vamos desenvolver. Espero ajudar novos universitários, estudantes que estão entrando em cursos de comunicação e a galera que está enroscada com seus trabalhos de conclusão ou que relembrarão seus tempos de universidade. Ah, claro, você que quer apenas ver eu me ferrando também vai se divertir.

Bem vindos a bordo! Tormentas e calmarias estão a vista…

Essa série de post é inspirada pela série “Emprego sem CV” que o Rafa Amaral fez e muito bem no Estagiariedade.


Imagens retiradas do Flickr com todos os direitos reservados por E_ljo-r e Kristoffer Pson

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+ Ação promocional | Bolinhas anti-stress e anti-câncer de mama Por Caio Blumer 25 March 2009 as 1:17 am 6 comentários

Existem milhares e milhares de campanha acontecendo no mundo e várias vezes nos deparamos com elas nos intervalos principalmente de novelas e programas para o público feminino (aka Ana Maria Braga e etc…) que tratam dos perigos do câncer de mama.

É absolutamente indispensável que a mulher saiba se cuidar, se prevenir e fazer regularmente os exames que, vocês mulheres, sabem melhor do que eu quais são.

A Roche, fabricante farmacêutico, ciente das suas responsabilidades sociais foi atrás de uma campanha para conscientização do mulheril em Portugal, onde o índice dessa doença é bem alto.

A ação toda foi criada pela McCann Ericksson de Portugal que colocou 50.000 bolinhas anti-stress – aquela emborrachadinha, macia que você vive ganhando de brinde de provedor de internet, sabe? – nas ruas de Portugal sendo distribuídas por promotoras juntamente com panfletos explicativos sobre os auto-exames periódicos que as próprias moças podem fazer.

roche_cancermamavcsentepromo

Mas a questão é que as bolinhas eram especiais! Vejam abaixo como foi a criação de uma bolinha que fazia com que a mulher sentisse como o susto pode ser grande, mas a prevenção é a melhor saída pra se livrar da doença! Eles colocaram uma bolinha mais rígida dentro da espuma da bolinha anti-stress! (Clique na imagem para ampliar!)

roche_cancermamavcsentebolinha

A mensagem na bolinha diz: “Você não vê o câncer de mama. Você sente!”

Desculpem o palavriado, mas foi FODA!

Via CCSP

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+ Os fatos marcantes dos 30 anos da propaganda Por Caio Blumer 11 February 2008 as 3:16 pm Nenhum comentário

Pra quem curte a história da propaganda no país, o Meio&Mensagem on-line está com um novo projeto trazendo os fatos mais marcantes dos últimos 30 anos na propaganda canarinho. Você pode entrar no site e votar nos fatos que você acha que mais marcaram a publicidade nestes 30 anos.

Toda semana são publicados no site novos textos e fotos sobre os acontecimentos da propaganda nacional, você pode também comentar e até indicar fatos.

No dia 14 de abril, a edição comemorativa de 30 anos levara o ranking dos 10 fatos mais marcantes destes 30 anos com uma reportagem completa sobre cada fato.

Vale a pena conferir o site e votar nos fatos, dentre eles alguns como o0s mamíferos da Parmalat, Privatização da Telefonia Fixa e advento da telefonia móvel, Guerra das cervejas, dentre outros fatos fantásticos.

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