A Nike vive utilizando a estratégia de personalizção os equipamentos esportivos de seus principais atletas como Ronaldinho Gaúcho com a linha R10 no futebol ou Roger Federer no Tennis com a linha RF.
Essa estratégia se baseia em “presentear” os astros patrocinados pela marca e depois mandar esses produtos para o mercado, é claro!
A mais nova ação de personalização da Nike foi a criação do Nike KriptoNate.
O tênis para basquete desenvolvido pela Nike especialmente para o “baixinho” Nate Robinson de 1,75m que venceu o campeonato de enterradas da liga norte-americana ao saltar sobre o “Superman” Dwight Howard. Veja a jogada abaixo:
A criação foi baseada na roupa e idéia de Nate para “vencer” o Superman Howard que era favorito na disputa de enterradas. Ele vestiu o uniforme do New York Nicks, costumeiramente azul, agora na versão “verde-kryptonita”, incluindo a bola verde usada na jogada.
Taí, oportunismo da Nike e esperteza em patrocinar os melhores atletas em cada esporte para fazer seu nome estar lá em riba!
O esporte já não é mais o mesmo mesmo.
Os esportistas já não são mais os mesmos.
E é por isso que eu estou começando uma nova categoria – temporária – de posts aqui no Blumerangue: As OlimpiadasOlim-piadas (não, eu não errei o acento), com os comentários sobre os fatos relacionados ao Brasil e aos demais fatos Olímpicos.
E já vamos começar hoje, faltando 8 dias para começarem os jogos.
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Onde já se viu um atleta, convocado, não saber se estára com o seu país em uma Olimpíada.
O cara fica na dúvida, dependendo de uma decisão ou de leis desportivas aplicadas por alguma instituição (des) regulamentadora.
Hoje mesmo, Messi foi liberado (é brincadeira, um clube ‘liberar’ um cara para PODER representar seu país) pelo Barcelona para se integrar à seleção olímpica Argentina. Mas o “Barça” ainda vai recorrer.
Recorrer? como assim, recorrer? É ação judicial?
Bom, tudo bem, pelo menos é argentino, e joga bem, se não for é lucro.
Vamos começar pelo ruim. Ruim é apelido.
Que lixo de apresentação foi aquele da “seleção” brasileira? Os caras não deram nem satisfação do que estavam fazendo em campo. Lembrando que quarta-feira tem Argentina, que aliás, não fez muita coisa também e teve trabalho pra empatar.
Enfim, tivemos boas novas no fim de semana.
Em 2 jogos espetaculares, ambos terminando no tie-breack, a seleção brasileira de vôlei venceu a Sérvia, campeã olímpica em 2000. Um jogaço, brigado, equilibrado, com coração no braço, e olha que estávamos sem Giba e Rodrigão.
Por fim, a grandiosa apresentação da Seleção Brasileira de Basquete que venceu Cuba de modo fantástico, brigado e com o coração e a raça também.
Será que a “seleção” de futebol assistiu a esses dois jogos antes do seu jogo? Será? Será?
Brechó do Carioca Um brechó, uma bagunça. uma válvula de escape. um canal alternativo de comunicação. poesias, devaneios, filosofia, cotidiano, mundo e unas cositas más de un mero mortal.