Até que enfim.
Lendo as estatísticas no ano passado de como as classes C, D e E estão aumentando seu acesso à internet e o belo aumento nas vendas via e-commerce no ano passado eu já me pegava pensando: “como é que grandes varejistas, assim como as Casas Bahia, não aproveitam essa onda? (Sim, Casas Bahia foi o primeiro exemplo que veio à minha mente).
Aí está, hoje as Casas Bahia anunciaram sua entrada no comercio eletrônico brasileiro. A loja virtual da gigante varejista está bem organizadinha, no layout de e-commerce intuitivo parecido com os que estamos acostumados, com destaques e promoções, menu bem dividido, as fazes do processo de compra, nuvem de tags, políticas, dicas de como fazer as compras online, formas de pagamento, etc… Tudo muito bem feitinho e simples.

Além disso, eles criaram um canal no Youtube que contém vídeos institucionais sobre a loja online e vídeos sobre os produtos da loja onde o produto é realmente VENDIDO e apresentado ao consumidor, bem no estilão das lojas físicas das Casas Bahia.
O investimento para a “empreitada online” foi de R$ 3,7 milhões no total.
Eles esperam que os negócios online sejam responsáveis por até 2% do faturamento total, incluindo as lojas físicas dentro do período de um ano.
Otimismo diante da “crise”? Não, isso é exemplo de empreendedorismo, de inovação, é o que quem quer crescer agora deveria fazer, enquanto muita gente se esconde atrás de notícias pessimistas na mídia, outros inovam, assumem risco e tem grandes chances de se dar bem.
Já cantamos a bola do comercio eletrônico mandar bem esse ano, lembra?
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