
Da esquerda para a direita: Nilton, Tárcio e Leandro
É uma noite de quinta-feira de muito calor (Caramba! Como faz calor aqui mesmo quando chove) e somos recebidos educadamente em Sumaré no Home-Studio do Leandro (guitarrista da banda Velho Novo) para bater um papo com ele e com Tárcio (vocalista) sobre os projetos musicais e o novo CD “Entre o Velho e o Novo há sempre o eterno” da banda Velho Novo de Hortolândia.
Formada por Tárcio, Leandro e Nilton (Baixo), a banda está despontando no cenário musical da região e merece atenção pela sua pegada enérgica nas reinterpretações dos clássicos do Rock. Em tempos de pseudo rock
, é sempre bem vinda uma banda com essas características para alegrar as nossas noites.
Para mais detalhes sobre a história da banda, agenda de shows, etc. Acessem o site da banda, desenvolvido por Celina (O Leandro agradece Celina!).
Depois de alguma descontração e a ausência do Nilton que está trabalhando, começamos o nosso papo com um bom humor sempre característico dos “Velho Novenses”…
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Categoria :
Interiorrr News, Música e Entretenimento
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Tags: Bandas, bares, Leandro, Marcio, músic, Música, Nilton, novo, rock, Sumaré, Tarcio, Velho, Velho Novo
Fui comer uma(s) pizza(s) no Makey, restaurante bom com uma pizza
massa – perdão pelo trocadilho desínfeliz – aqui no centro de Sumaré. Chegando lá o garçom já nos mostrou a mesa, e fez questão de dizer: “agora, como não tem mais lugar para fumantes e não-fumantes, fiquem a vontade para escolher o lugar que mais os agrada”.
Isso já encheu de alegria meu jantar. Desculpem fumantes, mas eu odeio do fundo nas minhas membranas olfativas o fedor de cigarro em qualquer lugar que seja, mas em restaurantes, mesmo com áreas para fumantes fica aquele cheiro atrapalhando o cheirinho bom da comida. Desculpem, tenho nariz grande.
A lei anti-fumo não deveria ser nada protestada por quem fuma. Por mais que o cara ame fumar (por incrível que pareça, há quem ame) ele sabe que faz um mal desgramado. É como diz um amigo meu: “bater um prego no caixão”. E a lei deve ser extremamente comemorada por quem não fuma, ou “fuma passivamente”, o que é extremamente comum hoje, ainda mais nesses locais fechados onde isso foi proibido. (Veja essa matéria do Fantástico).
Então, ao invés de ficar aí reclamando que não pode fumar mais em canto nenhum e até beber tem que beber moderadamente (o que convenhamos, não precisaria de uma lei pra se fazer né? Gente sem juízo! Pra isso existem táxis), o melhor é…TENTAR PARA DE FUMAR!
Ok, eu sei que a exigência psicológica e física disso é absurda, tenho em casa exemplos de como é fod# parar de fumar, mas tenho exemplos persistentes que fizeram o que fizeram, mas pararam.
Viva tempos de alegria das membranas olfativas dos narigudos!
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