Eu tenho visto umas coisas bem medonhas esses tempos aqui pelas interwebs…
Aí eu parei pra filosofar comigo mesmo: “cara, porque você ainda mantém um blog e escreve nele?”.
- “Pô, Caião, simples, porque eu gosto de escrever e o layout que o Scaico te ajudou a fazer ficou bunitinho…”
Ok, esse ponto que eu toquei do porque eu ainda escrevo aqui é porque eu tenho um blog há huns 5 ou 6 anos (tinha outros antes do Blumerangue), eu gosto dele, de verdade. E também porque eu mantenho meu Twitter desde que meia dúzia e meia de publicitários curiosos sabiam do que se tratava essa bagaça. Não porque eu quero que 200 amiguinhos meus leiam peloamordealgumacoisadesesperadamente o que eu posto aqui ou no Twitter.
Agora, eu to me assustando cada vez mais com essa galera que tá querendo virar gente na internetê. AMIGÔ, se tu não é gente fora da internet, num é dentro do mundo virtual de bloguesinho e twitterzinho que você vai virar não, okay?!
É como se Maslow (clique se não estudou publicidade/marketing na faculdade) tivesse criado uma pirâmide pra internet dos dias atuais, onde a necessidade básica não seja pesquisar, compartilhar, consumir informação, mas SER O CARA DA INFORMAÇÃO, ou seja, necessidade 1 na pirâmide: aparecer!
Eu também acho uma “puta falta de hipocrisia” essa parada de ficar criando e caçando historinha do povinho carentinho que quer ser gente na internet pra gerar noticia. PO*&%@! Vamo trabalhar né!
Rebolar o tchantchan e ser Rock Star tem diferênça

Ponto 1: necessidade de notícias explorando as historias de privacidade ou falta dela nas redes sociais. Amigo, não quer rolo? Não coloca tua foto bêbado de cueca com batom na cara e não fale merda na rede.
Ponto 2: criançada, essa necessidade insaciável de vocês ou essa carência por atenção ta gerando coisas medonhas na rede, tipo bulinar uma mina no “twitcam” pra metade do domingo a noite ver. Gente, fama na internê é como na música, sempre tem huns babacas que conseguem, mas são só 15 minutos porque dançou quase pelado or something worst, ser Rock Star mesmo é só pra quem trabalhou muito e teve talento!
Momento DICA do Blumer: para os necessitadinhos de atenção indicamos a “Escola do Rock”: Criança, vá lá ver se aprende a pelo menos a curtir o que faz
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Fala sério, quantos da nossa geração não são ligados em vídeo-game? Não passaram horas e horas jogando Master System, Mega-Drive e Super Nintendo? É uma área em expansão, carente de gente especializada e com uns salários bem convidativos (dependendo da região, obviamente). O Brasil é bem competente nessa área, tem uma pancada de empresas pequenas que trabalham com “outsourcing” (criação de conteúdos específicos, como modelos de veículos ou personagens) para empresas maiores. Fora que algumas empresas grandes estão de olho no nosso território: a 












