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Eis que foi um show o Stereophonics. Literalmente, um show.
Há tempos eu não aparecia num show tão bacanudo, mas esse não foi bacanudo… foi O SHOW de rock’n roll!
Ok, você que foi ao Paul McCartney, shiu.
Depois de um show de rock’n roll do mais puro, sem frescura, sem melação, se papagaiada, você sai pensando: onde ficou esse rock? Lá em Carmarthenshire?
Stereophonics é bem DESconhecida no Brasil. Uma pena esse desconhecimento, mas..se você for uma destas pessoas, vou deixar um videozinho logo ao final. Evangelizador de musica ativado.
Como fica a cabeça de um fã de rock’n roll ao ver uma banda que sobe ao palco para fazer você ouvir as músicas fielmente bem feitas como as do CD’s que você canta no trânsito?! Como fica a sua cabeça quando para pra pensar que ver um show sem muita apelação ao público, mas cheio de riffs que arrepiam os cabelos das canelas?
Nem para começar!
É fato, está cada vez mais raro achar rock feito pelo rock por aí.
Imagine essas bandas novas que vem surgindo hoje, especialmente as bandas novas de sucesso no Brasil. Vamos parar para analisar…Ok, não vamos parar para analisar, não vale a pena.
Dinheiro, fama, sucesso, mulheres (?!), shows?
Bom, eu não posso falar muito dos “coloridos” que fazem símbolos do rock’n roll em seus shows porque não ouço muito.
Meus ouvidos sentem ao ouvir certas cosias, meus olhos ardem ao ler e assistir outras.
Engraçado, lembro de minha mãe, nada fã de rock, perguntou-me na época porque daquele movimento todo contra “aquela banda que tocou antes do show da Bon Jovi”… Explicação simples, mãe: rock, onde!?
Lembro também de quando era moleque e o rock no Brasil valia, e valia muito à pena. Mesmo um RPM da vida, que era todo “apaixonadinho” cantava o amor, a guerra, a censura, as louras geladas!
Legião, Barão, Skank, Paralamas, Titãs, Ultraje a Rigor, Biquíni Cavadão…meu Deus, quanta coisa boa eu tinha como referência quando era moleque. Quando eu era MAIS moleque.
Eram letras pensadas, músicas construídas, mensagens distribuídas.
E hoje? E hoje? E hoje, José?
Bom, eu estou garantindo o futuro ao menos. Montando um acervo musical para a posteridade, para que os filhotes que hão de vir tenham referências. Quem sabe um AC/DC como canção de ninar? Brincadeira, senhora minha futura esposa! Se eles gostarem, obrigado Senhor! Se não…rezamos mais um pouco.
Agora com licença, vou ali pegar a guitarra, rock bom inspira…
Ah, o vídeo! Stereophonics, caro leitor. Caro leitor, Stereophonics:
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Joss Stone – Essa mulher é pura música
Ela e seu “laiá laiá”

Chacrinha é um dos maiores ícones da comunicação e da cultura popular brasileira surgido na década de 50 e deixou saudade e sabedoria em 88, quando eu tinha só 2 aninhos e mal ouvia os discos da Xuxa (arrependimento…).













