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Sexta-feira 13 já não é treze porque é sexta 13 May 2011 as 12:00 pm de Caio Blumer

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Ah, a superstição. O ser humano gosta de passar medo, já percebeu? Brinquedos emocionantes em parques de diversão, sensações de que não vai parar a tempo, velocidade, ficar pendurado, saltar de paraquedas, pular de pontes em direção à água.

Pois é, a gente precisa tanto de emoção que até tem um dia certo para passar medo: sexta-feira 13.

Ela aparece uma ou duas vezes no ano. Que dirá três. Mas já é o suficiente para comemorar o dia das piadas prontas e de tomar cuidado com tudo que é coisa “ruim”.

Coisas “ruins” tipo: a escada. É, porque escada é uma coisa bem ruim, passe debaixo dela no deserto e um vaso de cactos cairá sobre a sua cabeça.

E pelo amor que tens pelo teu time, fique longe de felinos. Ainda mais dos felinos negros. Porque raios gato preto dá azar mesmo? Porque ele mia, toma leite ou porque afia as unhas no sofá e ronrona?

Sexta-feira 13 não é nada de ruim. Ela começa sendo boa porque, afinal, é sexta-feira. Eu quero saber porque é que ninguém tem medo da tal da SEGUNDA-FEIRA 13…

Miau.

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+ Começo, meio e começo | Dos relacionamentos que amolecem Por Caio Blumer 03 February 2011 as 9:56 pm 4 comentários

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Namorado, namorada, marido, esposa. João, Maria, Zézinho ou Luluzinha. Ninguém está safo de se deparar com aquele relacionamento que amolece.

É, os relacionamentos amolecem…

Culpa de quem se esforçou menos? Culpa de quem não amou? Culpa de quem deu a primeira mancada? Culpa de quem não foi romântico? Tem-culpa-eu?

É muito mais fácil ficar caçando culpado do que concertar a janela onde realmente quebrou. Mas ok, isso é um mal do ser humano, que obviamente evolui, segundo sua história. Esperamos então, ser, que você evolua.

Começo de namoro, como é sempre muito bem citado, é uma situação linda. Se conhecer, experimentar coisas novas para ambos, conhecer um ao outro, novidades, novidades, novidades, amor, sexo, aventuras, brigas são legais até de se ter de vez em quando.

O tempo passa, o relacionamento fica sério, o casal também fica sério. Até demais para ambos os gostos. O relacionamento amolece. Ele nem é lá mais tão romântico, não te faz mais surpresas de manhã como deixar uma flor e um bilhete ao seu lado na cama antes de sair para o trabalho. Ele não te manda mais chocolate e flores do nada ou não te apresenta mais novos lugares na cidade, vocês não trocam mais músicas legais. Ela não tem mais aquelas conversas de como foi o dia, não te apresenta novas lingeries, nem te atormenta mais para ir ao shopping prometendo que te deixa em paz para jogar futebol. Ela não brinca mais com a comida ou ri com aquele barulhinho engraçado. Tudo era tão divertido…

E no casamento então. Tudo é aventura na casa nova e na vida nova, mas o monstrinho do dia-a-dia juntos pode acabar chegando antes da pizza do domingo à noite.

De repente, o vilão dos relacionamentos chega. Ele, o monstrinho, ele vem armado, ele é perigoso. Todo mundo o conhece, mas o desgraçadinho é um amolecedor de relacionamentos.

Ele pode assumir milhões de formas diferentes e te enganar, tomar sua atenção, te fazer agir como completo babaca, te tirar o foco, desviar o amor, o romantismo, o começo.

Relacionamentos amolecem e ficam chatos. Você achou a pessoa certa, tudo sempre foi bom entre vocês, tudo combina, até as brigas combinam. Até as diferenças insuportáveis com qualquer esforço são desafiadoras e o ser humano adora um desafio.

Desafie-se, desafie o seu relacionamento. Tenha um começo, tem um meio e tenha começo de novo. Não um re-começo e sim um começo de novo.

Seja novo, renove, inove, crie, seja autentico como quando se esforçava para ganhar um sorriso dela, quando fazia de tudo para que ele te olhasse com admiração. Seja você um dia dos namorados, seja um aniversário, seja um carnaval fora de época a cada menor sinal do monstrinho amolecedor de relacionamentos. Coloque-o na linha. Na linha de escanteio!

Viva a criatividade, viva o que vocês foram na época quente do seu relacionamento, viva a conversa franca entre vocês, casal. Viva o começo o meio e o começo.

; )
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+ A teoria dos palavrões… &*($#@! Por Caio Blumer 27 January 2011 as 9:10 pm Nenhum comentário

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Palavrões.

Hoje Fil#@ da p%¨@ já é praticamente considerado um ponto gramatical, isso quando ele não se torna um coringa na frase. Pode ser uma surpresa, pode ser de decepção, alegria… O vídeo abaixo ilustra muito bem o que é um palavrão bem colocado em um diálogo…

Mas o que realmente me intriga são coisas que realmente provocam o palavrão em você, porque afinal, você não tem outra opção lingüística a não ser soltar um palavrão.

É quase que uma força do universo, a gravidade do palavrão agindo sobre as palavras que vem à sua mente.

Você encontra a Katy Perry de shortinho na praia. Feche os olhos…Imagine a cena… veio alguma coisa na sua mente sem ser um palavrão?

Prestei mais atenção na Teoria dos Palavrões depois que me atentei nos testemunhos prestados por algumas pessoas sobre uma mesma coisa. Uma comida por exemplo. É dar a primeira garfada, você entra em choque, você trava, você não ouve, não vê, você só percebe aquele “put#@¨que o pariu!” vindo com tudo…

A conquista. A conquista de um prêmio, de um aumento, de uma mulher que você tanto paquerou, daquele gatinho que você passou meses pensando como seria sair pra jantar com ele. Você entra no carro e tome o efeito da Teoria do Palavrão vindo novamente.

Podem vir os puritanos dizendo que palavrão é uma coisa extremamente feia, que a educação condena, que é coisa de gente mal criada, mas é uma das primeiras coisas que você aprende na ESCOLA (local educador, teoricamente) junto com a palavra “CA-SA”.

Ai de você puritano que nunca disse um palavrão, que jogue o primeiro pedaço de chocolate suíço que comeu.

Que você tenha muitos momentos que tirem seu fôlego e que tirem palavrões da sua boca, porque só esses momento poderemos contar pros netinhos. Sem citar os palavrões, claro :D

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+ Abrace 2011 com paixão Por Caio Blumer 29 December 2010 as 8:50 am Nenhum comentário

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Eu amo o tennis. Adoro esse esporte por milhões de razões.

Orgulho-me ainda mais por ter esportistas bons, como os dois aí do vídeo.

E esse vídeo é um dos meus maiores desejos para 2011 (12, 13…).

Rafa e Roger fazem talvez a maior rivalidade do tênis em todos os tempos, revezam o 1º lugar do ranking, fazem jogos épicos, um gênio e um monstro em quadra. Extremamente sérios no que fazem, comprometidos, dedicados e APAIXONADOS.

Apesar dos pesares todos, nesse vídeo os dois se divertem armando um comercial para um jogo. Jogo daqueles que poderia ser épico em uma final, jogadas incríveis, rivalidade, tensão… mas é um jogo mais tranqüilo, comemorativo, feliz e em prol do bem.

Dois dos maiores talentos to tennis na história, rivais históricos, juntos, rindo, se divertindo e fazendo o bem através do dom deles, para quem eles nem conhecem.

Que em 2011 você faça tudo com paixão, que você encontre uma profissão que ame, um hobby que ame, ou alguns. Que você se apaixone por cada coisa que fizer. Que você se apaixone por alguém, que você se apaixone por uma banda, por uma música, que você faça o seu ano e a sua vida com paixão.

Nessa busca e assim que encontrar sua paixão, faça o bem. Você terá todas as armas para ajudar um cachorrinho que seja. Então, faça o bem. O bem só retorna “o bem”, mas não pense nisso, ou você não fará o bem com paixão.

Bom, os dois aí já jogaram. O Federer deu o 1º set de presente ao Nadal, como prometido no vídeo. E o Nadal deu um jogão pro Federer. E os dois deram um Natal e um ano melhor a alguém que eles talvez nem conheçam.

Abrace seu 2011 e FAÇAMOS um feliz Ano Novo :)

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+ Será que ainda dá tempo de ter tempo? Por Caio Blumer 15 December 2010 as 10:52 pm 4 comentários

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Perdemos o jeito do amor.

O mundo virou um caos. Carreira, internet, vida, cidades malucas, tudo pra ajudar. O João e a Maria mal se vêem agora. Moram frente a frente desde os 8 anos de idade. Melhores amigos.

Ele é gerente de uma empresa no centro, gestão de marcas e essas coisas. Ela tem um negócio próprio. Sabe como é, produtos para mulheres dá dinheiro e ela entendia bem do que vendia.

Talvez eles pudessem ter sido mais Eduardo e Mônica. Ah, vai ver não era pra ser tão assim, afinal…

Pô, tudo bem não ficarem juntos, mas também, solteiros até agora? Falta de tentar, juram que não foi.

Outro dia, milagre, se encontraram no elevador. Ela almoçando em casa pela primeira vez no ano. Ele, correu para trocar a camisa, tem uma reunião em São Paulo hoje. Marcaram um jantarzinho que foi acontecer 2 meses depois. Vida corrida…

O assunto do jantar? O anúncio da câmera fotográfica e do casório que a Maria tinha visto na TV. Já o João, tinha visto um artigo num site de marketing. Engraçado, o assunto era praticamente o mesmo: o amor. E a conversa foi, o vinho também…

Meio cheio? Meio vazio?

Parece que a gente meio que perdeu o jeito pra coisa né? A vida “roubou” muito tempo da gente que acabou sem tempo de pensar em amar.

O amor está em alta, graças a Deus. Eu sou publicitário, não consigo fugir do vício de analisar as pessoas, enfim… publicidade boa hoje é amável. Ou é um baita entretenimento.

As melhores marcas demonstram amor pelo que fazem. Paixão. As pessoas estão deixando uma carreira brilhante (digamos assim) pelo amor ao que gostam de fazer, fazem bem e se dão bem em suas empreitadas de amor próprio.

Amar é preciso na vida toda. É preciso se amar o que faz, amar quem é, e aí, esperar o amor do outro chegar. Relaxa, ele vai chegar, só é preciso amar.

Não está mais tão difícil assim. O mundo pede amor. Pede na publicidade, pede em boas músicas, pede nos textos, nos artigos, na rede. Pede no elevador, pede nos livros[bb], pede para que você fique atento. E ame.

Bom, o João e a Maria chegaram a uma conclusão no fim do jantar: ainda dava tempo para mais uma garrafa…

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+ A hora de amarrar o burro e vender a bike Por Caio Blumer 02 December 2010 as 11:59 pm 4 comentários

Chega uma hora (ou várias delas) em que todo mundo para num momento e pensa: “caramba, acho que está chegando a hora de amarrar meu burrinho. Chega de comprar bicicleta”.

Alguns pensam isso com 15 anos, outros, 25, outros 55…Não importa se é homem ou se é mulher.

Fato é que ninguém sabe quando a chuva vai molhar a horta, e fato também é que eu estou ficando de saco cheio de mim mesmo utilizando tantas analogias em um único artigo e em 2 parágrafos. Prometo me policiar mais.

Enfim, não dá para saber se é “A” hora certa de amarrar o burrinho, de encostar naquele barranco, de ser a mulher para o resto da sua vida ou o príncipe encantado que arrota e adora ver UFC na TV, mas continua encantado.

Prever isso é prever a loteria. Se alguém descobriu como fazer nunca vai te contar, se contar vai te sacanear.

A decepção é a pior parte de muitas coisas na vida, principalmente em se tratando dos assuntos “namorísticos”. Você acha que é agora, que achou, que jogar fora a chave do cadeado que prende a bicicleta é decretar a sua felicidade e… pronto, a onda vem, a prancha vai.

Estou inspiradíssimo para escrever hoje, mas para escrever analogias, não deve ser normal. Vou parar de comer lanches pesados com Itubaina antes de escrever artigos.

E se eu amarrar o burrinho em algum lugar que me segure para não fazer esse tipo de arte? Ah, deixa pra lá isso aí, e se o blog acaba?

Sentiu esse último parágrafo? Péssimo! Retire o “e se” da sua vida, é uma teoria tosca, atrasada e falida.

Como dizem alguns por aí, pegue sua bicicleta, dê umas voltas por aí. Quem sabe não rola uma sombra e água fresca, né não? ;)

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+ Um dia é da conquista o outro do conquistado Por Caio Blumer 25 November 2010 as 10:39 pm 8 comentários

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Se tem mais uma coisa que essa geração acelerada de bandinhas sem letras está perdendo (também) é o dom masculino, impregnado em nosso DNA, chamado conquista.

Ela tá ali, dançando, bracinhos pro alto, aquele sorrisinho distante, de quem tá apaixonada…pela música,  pelo show. Os ombrinhos se mexem pra lá, se mexem pra cá, mexem com a gente, mexem pra lá e mexem pra cá.

A gente ali, no cantinho do bar, tomando uma cerveja, cantando seguindo o vocalista e o amigo baterista batuca no balcão. Obviamente o olhar esperto já caiu por cima dos ombrinhos dançantes, todo interessado.

Então vem, vem o azarão, e já chega abraçando-a, inclinando o cabeção sem cérebro direto em direção à sua boca, aquela boquinha de anjo, sabe? Parabéns, cabeção, acabou de fod#%¨* com uma belíssima conquista.

Bom, azar o seu, cabeção, lá vou eu, deixando a cerveja no balcão…

E esse olhar 43, heim Jolie?

É engraçado como essa geração da “pegação em massa” – tenho nada contra não, cada um faz o que deseja com a baba que Deus lhe deu – embarcou numas de que o mundo é fácil.

Mal sabe essa gente o que se perde não “perdendo tempo conquistando”, como eles dizem. Não existe só um tipo de conquista, na verdade, cada cidadão nasceu com um tipo de conquista no seu DNA, penso eu. Alguns conversam, alguns contam piada, alguns sorriem, alguns só olham. Alguns só existem. Filhos da mãe.

A conquista é um dos melhores processos de um relacionamento, mesmo que o relacionamento seja da duração de um show. Você se diverte com aquele momento, e se for bom mesmo, amigo, diverte a cidadã a ser conquistada da mesma forma. Mais do que você imagina até.

E quer saber do mais legal? Se você for um conquistador decente, pode até não sair de mãos dadas e beijinhos com a pequena dos ombrinhos dançantes, mas olha só, conquistou uma parceria em tanto para o próximo show…

Ah, é, não se esqueça: ela não é só uma amizade das boas, ela tem amigas a serem conquistadas também.

Make your magic, dude!

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+ Os tapinhas que a vida nos dá. E não são nas costas… Por Caio Blumer 12 November 2010 as 3:00 pm 6 comentários

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Adoro jogar tennis. E não jogo nada.

Certo dia num jogo com alguns amigos em uma quadra distante, em Barbacena, encontrei um senhor. Seu João. Era um senhor simples, chegando em sua caminhonete ao clube. Barba branca, cabelos brancos e uma feição calma, tranqüila e interessada nos jovens corredores com raquetes nas mãos só dando tapas nas bolinhas, sem a menor noção do que estavam fazendo.

Enquanto alguns amigos jogavam e ficavam irritados com seus erros e derrotas, na simpatia que Deus me concedeu, puxei assunto com o senhor que ali estava, atento a cada jogada. Eis que ele me disse uma única frase que me revelou um dos segredos da vida (nem que for a vida em quadra):

- “A coisa mais besta nos jogadores de tennis é se irritarem com uma derrota. A derrota é a melhor coisa que pode lhe acontecer: se você ganha, sai da quadra e esquece o jogo. Se perde, sai da quadra e pensa onde precisa melhorar para a semana que vem”.


Don’t be angry!

Dois minutos de conversa esclarecem uma vida de irritação e stress jogado fora. É, há quem diga que você pode fazer do stress uma coisa positiva e tal. Se quer saber como leia um livro[bb] dessas teorias… ou, fique estressado.

A afirmação do Sr. João me fez pensar bastante… alguns anos depois, claro, na hora você ouve e já tá na hora de jogar de novo.

Quem nunca levou um pé da(o) namoradinha(o), que levante a patinha. Quem perdeu o emprego e ficou put#*(@ na hora, que levante a outra patinha. Quem nunca perdeu pro amigo chato no Street Fighter[bb] de fliper e quis matar o desgramado que ficou sarreando que levante a terceira patinha. Pronto, agora você pode se equilibrar na ultima patinha que sobrou, porque senão precisaremos de um polvo, e fico triste ao lembrar do falecimento do Paul… (?)

A vida é um palco e a vida é uma escola. Resumindo, a vida é uma escola de teatro… não. Esqueçam…

A vida dá tapas, como a nossa mamãe, para ensinar (opa, lei nova e tal, cuidado, vida). Você perde no tennis para aprender a se posicionar. Você leva um quique do namoradinho, para ter oportunidade de pensar o que você mudaria em você ou no seu próximo namoro, mesmo que ‘a culpa tenha sido do babaca’. Você perde o emprego para encontrar um empreendedor dentro de você e fazer o que gosta finalmente.

Nada há nada tão ruim na vida que não possa piorar. A menos que você saiba fazer como grande filosofo cujo nome não se revelou ainda que disse:

“Se a vida lhe der as costas, passe a mão na bunda dela”.

Um abraço Seu João, valeu!

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+ O que se leva da vida, é… Por Caio Blumer 22 September 2010 as 10:11 pm 7 comentários

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Ela acorda cedinho, veste sua roupa de ginástica e o iPod[bb] e parte para a corridinha matinal. Meia hora depois está de volta, trocar roupa, tomar banho, cabelo, maquiagem e mais algumas coisas misteriosas que homem nenhum na Terra saberá o porque ela demorou tanto…

Trabalhar. Viajar para trabalhar. Almoçar. Encontrar contatos. Se atualizar no twitter, feed, blogs. Telefones.

Ufa, hora de voltar pra casa, ah mas ainda tem a academia.

Então ela chega em casa para ficar lá aproveitando o abraço do sofá, mas tem o jantar para preparar depois do banho. Lavar louça, ver algo legal na TV, brincar com a gatinha de estimação e… já cansou. Dorme para acordar cedo, afinal, tem corridinha amanhã de manhã.

Ele tá lá, acordando atrasado, correndo para pegar o mínimo de trânsito possível.

Trabalhar, viajar para trabalhar, viajar trabalhando. Almoço com os camaradas, ninguém é de ferro, mas tem que ser só uma horinha. De volta à labuta, ao twitter, às piadas com o amigo corinthiano, paquerada na musa do brasileirão, mais um pouco de telefone, RSS, blogs, emails e casa.

Bora para a academia, o choppinho do happy our com a galera de ontem tem que sair e amanhã tem futebol. Chegar em casa, banho, descongelar a lasanha, ver mais umas besteiras e o jornal na internet. Ouvir uma musiquinha, brincar com o violão, opa, hora de dormir para não pegar aquele trânsito que lhe atrasou quase uma hora, de novo.

Pois é, como tenho escutado que hoje tá difícil encontrar o tal do passarinho azul. Aquele que traz as borboletas que ficam na região abdominal do ser que leva uma maçã do amor na testa.

É muita gente querendo aproveitar ao máximo o tempo que já não tem para conhecer o máximo de gente possível, beijar o máximo de gente possível, acordar do lado do máximo de gente possível. Mas puts, amanhã tem tudo aquilo de novo, e provavelmente esquecerão o telefone um do outro dentro do bolso da calça que vai lavar. Isso se eles realmente se encontrarem algum dia pra tudo isso acontecer.

“Compromisso é coisa para os fracos”, podem dizer os baladeiros, embalados pela balada de aproveitar as poucas noites livres que os finais de semana lhes oferecem. A vida é curta.

É criançada, mais do que nunca, levar um coração dessa vida de meu Deus necessita de muita coragem. Tem que ser muito homem e tem que ser muito mulher. Tem que saber prestar atenção na vida, ao invés de só correr nas esteiras sem sair da frente do DVD[bb] da Lady Gaga or something worst than this.

Se você sabe que é possível encontrar o outro pé do chinelo e quer realmente fechar o balanço e ficar tranqüilo curtindo a delícia que a solteirice nos proporciona, pare por aqui que já valeu a visita e você já pegou a idéia, espero eu.

Se você tá nessa de não acreditar mais nem em horário eleitoral, nem no Justin Bieber pedindo a Rihanna em namoro e nem que você pode mesmo se apaixonar, continue tentando ler…

Tem que ter compreensão e coragem mútuos. A vida não é pudim nem para um nem para o outro. É preciso paciência, tempo para prepararem um jantar juntos, irem trabalhar juntos vez em quando, dar uma corridinha lado a lado, tocar violão para ela, fazer uma massagem no namoradinho durante aquela sua séria favorita que tem 6 amigos malucos.

Se você acha que isso não existe, que sua vida não dá tempo pra isso, ou que nunca vai achar o cara do passarinho azul (êpa!) ou a mulher da sua vida, para e pensa: algum parafuso tá desapertado na tua vida.

E aí, quem tem coragem de viver?

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+ Jornalismo. The faster, the better? Por Carlos Castilho 31 August 2010 as 12:32 pm 1 comentário

guepardo

O jornalismo, mais do que nunca, vive da velocidade das informações. Quem noticiar primeiro terá grandes chances de uma audiência[bb]melhor que seu concorrente.

Sempre foi assim, mas até algum tempo atrás, por mais veloz que você fosse, havia um espaço de tempo – por mais curto que fosse – para apurar e investigar informações.

Hoje, com o twitter e milhares blogs, as notícias correm em uma velocidade[bb]quase tão rápida quanto o tempo entre seu dedo empurrar um interruptor e a lâmpada responder com a luz.

E quando se trata de mundo das celebridades, no qual averiguar os fatos nunca foi o forte, mas sim ganhar audiência a qualquer custo?

Eis que Rafinha Bastos e Danilo Gentili realizaram uma #PegadinhadoMallandro via twitter, uma briga #fake inventada entre os dois que saiu em diversos portais de notícias e blogs.

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