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Verdades que todo mundo escreve sobre as eleições 22 August 2010 as 10:02 pm de Caio Blumer

Tá na “crista”. É sucesso falar no assunto. No ponto de ônibus já não se fala mais no tempo de chuva. Salinhas do café, boteco, futebol e churrasco do domingão, salão de cabeleireiro… Todo canto é canto pra se falar das figuras denominadas políticas que temos visto no horário eleitoral.

Em primeiro lugar deixemos claro que isso não é um texto humorístico, porque afinal, rola uma multa monstro para quem fizer humor com envolvidos na política durante o período eleitoral. Logo, se você rir de algo que escrevi é porque é bobo. Sério, eu nem humorista sou.

Essa de proibir humoristas de “fazer graça” com a política é coisa do Joker, aliás. E se alguém chegasse pra você e falasse: “aê irmão, tá sabendo? 2014 NADA DE PIADINHAS SOBRE FUTEBOL. Cada piadinha vale uma casa”. Parô né? Censura de novo? Vai ter que rolar cara pintada, panelaço, whatever? Vamos regredir, é isso? É ISSO PO#&*(@?

narizBom, só porque é moda, vou assuntar um bocadinho sobre “puxadores de votos” como estão sendo chamadas as pessoas, digamos carismáticas, que pintam na sua TV. Parece que os caras tão lá, olhando pra você e falando: “Vai palhaço, fiz meia dúzia de coisa legal na vida, sou ‘famoso’, até na TV eu apareci. Vamos lá, quero virar político”. Não precisa nem falar que é bem capaz de certos candidatos atenderem o controle remoto da TV achando que é telefone.

Aliás, POLITICO, de fato e por definição, é um cidadão que representa uma sociedade e que vai tomar decisões, dependendo do seu cargo, que afetarão a vida de um país inteiro. A VIDA DE UM PAÍS INTEIRO, sacou?

Aliás, o foco pode ser em uma só coisa, EDUCAÇÃO, véi. Quando vir algum (rezamos por “alguns” mais beleza…) candidato falar que o caminho pro Brasil ser um país FO#@ * é a educação e ver o seu plano de investimento e de como funcionaria o sistema educacional fod@*#$tico que criaria gente inteligente, capaz e de opinião pro país, pronto, dormiríamos o sono dos justos.

Falando nisso, tome por base o vídeo do Felipe Neto abaixo, é bem isso:

Dói como chute na canela. Sendo polido.

Duro ouvir a palavra “propaganda” junto com o horário eleitoral. Pensar que sou do ramo da propaganda. Assusta. Ah! O negócio é virar jogador… cantor… hun… ter 15 minutos de fama or something. Se tudo der errado, ainda sobra o…deixa pra lá.

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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

+ Quer enganar quem? Por Sandro Rib 11 August 2010 as 10:53 pm 2 comentários

Olá, tudo bem? #pauloHenriqueAmorim

Primeiro post no Blumerangue, portanto sejam piedosos… :)

Quem não lembra do saudoso (011) 1406, que vendia facas Ginsu, meias Vivarina e o inesquecível Auri Shield? Mas o tempo passa, o tempo voa, e o Polishop apareceu e tornou-se líder no mercado brasileiro de infomerciais. Os caras ganham tanto dinheiro que acabaram abrindo lojas físicas para vender seus produtos caríssimos.

Pois bem, um dia desses estava zapeando e me deparei com um comercial novo deles. Uma vassoura elétrica, dobrável, chamada Swivel Sweeper. Produto interessante, que me fez abrir o site deles para consultar o preço, só pela risada inevitável e padrão:

sweeper_br

Peraí… 480 reais? E eles dão uma de graça?

Tem algo errado, concordam? Como é que você dá de graça um produto de 480 reais para o cliente, só por que ele comprou um idêntico? Com um produto de baixo custo de produção, até concordaria.

Será que essa vassoura realmente custa 480 reais?

Foi então que resolvi procurar pelo site deste produto nos Estados Unidos. E olhem só o que eu achei:

sweeper_us

40 dólares.

Apesar de todos os problemas que temos com taxação de produtos estrangeiros, gostaria de saber como algo que custa 40 dólares nos EUA custa 480 reais aqui no Brasil. Nem o Mister M conseguirá desvendar este mistério!

Enquanto isso, a Polishop continua fazendo dinheiro em cima de gente que acha que está comprando filet mignon, mas na verdade está levando carne de segunda…

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+ Considerações sobre a Copa do Dunga Por Caio Blumer 12 May 2010 as 11:15 pm 1 comentário

Escudo_Da_Sele_o_BrasileiraaUm dia depois do anúncio da lista de presentes na escalação da seleção[bb] da CBF, estamos aqui, com a cabeça um pouquinho mais fria para comentar tal fato.

Ok, eu como mais da metade desse país fiquei tenso. Mais tenso ainda com a tal “lista de espera” em que Ganso e Gaúcho estavam. Tipo, faltou pouco, saca?

Mas vamos lá, havemos de concordar que o Dunguinha tem uma excelente justificativa: é o time/base que ganhou muito do que disputou até agora (no susto muitas vezes né não?).

Ok colega, mas Copa é Copa. Fato é que só vamos saber onde vamos parar mesmo com essa discussão no final da primeira fase, oitavas, quartas, semi, taça, ou onde parar a seleção.

Pô e falando nisso, um fato extremamente curioso é esse vídeo da Nike que saiu logo depois da convocação que o Carlão postou no DearAd:

Impressionante a habilidade, que belo “chute” não é?

Bom, enquanto isso, e a taxa SELIC, quanté que tá em gente? Alguém aí pode me dizer quais foram as ações mais rentáveis na Bovespa? Pô e esses discursos dos presidenciáveis heim, comé que fica. Já é em outubro né?

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+ Graffite tratado como deve ser a arte urbana, como arte. Por Caio Blumer 10 May 2010 as 10:00 pm Nenhum comentário

Rolou no sábado dia 08 no bairro da Pompéia em Sampa a “Mostra Nacional do Graffite da Vila Pompéia”. Esse movimento visa a criação da “galeria pública de arte urbana” nas ruas da Pompéia.

Tem uma cobertura legal com ótimas fotos no UOL.
(apesar da gente não poder nem divulgar a foto de lá e tal…¬¬)

Tintas Rec

O mais legal disso tudo é a comunidade de grafiteiros, a prefeitura, a comunidade participando e dando o devido valor a quem faz da arte urbana uma coisa profissional, sem danos aos patrimônios que são da sociedade, mas sim buscam embelezar e dar um sentido, um toque, uma mensagem através da arte, afinal é isso o que a arte faz.

A arte deve ser tratada como arte em toda sua participação na sociedade, assim como o esporte, a música, etc. Respeite o garoto andando tranquilamente de bicicleta ou skate[bb] na rua, o grupo de crianças jogando futebol na quadra da escola, na rua, as meninas jogando vôlei no bairro.

Iniciativa dessas são exemplo que não precisa se tentar achar o problema dentro do problema no país, como construir mais cadeias pra “combater o crime” (hã!?) por exemplo. Precisa se investir na educação, criar escolas, cursos como os de arte urbana, de esportes urbanos, música urbana, principalmente para os grandes centros… urbanos.

Ou então arte, esporte, música, profissionalização que seja em toda sua abrangência. Garanto que tem muito artista, esportista, professores e profissionais em busca de trabalho que topariam fácil trabalhar em escolas PÚBLICAS (prestou atenção? PÚBLICAS – e particulares também, porque não).

Será emprego gerando emprego e isso não é nenhuma utopia, é questão de pensar 5 minutos à frente e ter vontade de fazer acontecer por quem PODE fazer.

Enquanto isso você aí, pode botar a voz no mundo e espalhar iniciativas como essa, votar direitinho (eu sei que é fod@$%*), mas essa é nossa parte.

Foto chique demais via Flickr da Aparecida de Souza (CC – Todos direitos reservados)
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+ Flores e espinhos…mas que venha o Twestival Campinas 2010 isso sim Por Caio Blumer 24 March 2010 as 12:23 am Nenhum comentário

(…)

Beleza, post novo, sentimento novo. É?

Nesse post eu poderia falar das flores e espinhos desses 2 dias já bem produtivos jornalística e politicamente, não?

Poderia comentar a matéria fantástica, o melhor “Proteste Já” feito pelo CQC até hoje, por favor, senhoras e senhores quem não viu assista aqui, quem já viu, veja novamente.

Bom, poderia também falar aí que estão tentando dar uma postergada no debate sobre a distribuição dos royalties do petróleo carioca e deixar isso pra depois das eleições de outubro. Meu, pra que a pressa não é mesmo? Deixa isso quieto…

Ah, teria também a opção de comentar sobre um relatório preparado por uma ONG chamada Contas Abertas que demonstra que apenas cerca de 11% dos projetos do PAC foram realmente realizados e saíram da mesinha do pessoal. Mas pra que mexer nisso também né? Interessa pouco o crescimento do país, pra onde está indo minha grana[bb] ou qualquer coisa do tipo. Ironia não faz parte da minha pessoa, tá?

Mas – sempre tem um “mas” – eu vou mesmo é falar de coisa boa, afinal de contas, a gente tem que mexer o músculo glúteo do lugar e fazer coisas legais e do bem, assim como a galera tá realizando mais um Twestival! (aplausos, aplausos).

Twestival CPS 2010

E mais uma vez Campinas estará presente no Twestival com a versão 2010.

Esse ano o evento vai ser realizado no Bar do Italiano, e obvio “tamo no moio” como diria um amigo meu. Vamos colaborar pra tentar fazer a nossa parte cidadã ao menos.

Mais informações e inscrições: corre djá para o site do Twestival: campinas.twestival.com.

E pessoal, desencanem viu, afinal o país não muda mesmo não é? Pra que se preocupar com essas paradas de TV’s que somem, royalties, PAC, seu salário, os impostos, etc…

CAUTION: Níveis extremos de ironia detectados!

=P

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+ Redes sociais por uma eleição mais dencete neste país Por Caio Blumer 25 February 2010 as 10:09 pm 2 comentários

crossing the boxHá algum tempo se vem discutindo como serão as eleições deste ano de 2010 com relação à inclusão das redes sociais e debates internéticos sobre os candidatos, suas propostas e etc.

Tudo isso levado pela onda e case histórico de marketing político de Barack Obama, claro (que também, não evoluiu muuuito dali pra cá né?).

No Brasil já se discuti desde o conteúdo de pesquisas no Google sobre alguns concorrentes à cadeira verde e amarela do planalto até o importante papel que as redes sociais terão neste contexto eleitoral.

Claro, que uma eleição mais decente depende de candidatos mais decentes, mas depende ainda mais de uma escolha DECENTE DA SUA PARTE.
Como diz um ditado que ouço aqui no interior de Barbacena: “cada povo tem o governo que merece”.

De fato.

Existem mil comunidades no Orkut – além daquelas toscas “Eu aMo fRiTaR na rAvE!!!” -, existe o Google (oooh!), existem outras redes sociais…a internet veio para sociabilizar, disseminar o conhecimento e a liberdade de trocar ideias, a pesquisa e o saber, pra quem quiser.

Só espero que (você!) a galera não esqueça da Eleição e só pense em elefantes africanos, bolas, traves e camisas canarinho. Copa é sinal de patriotismo, eleições são sinal de futuro – ou da falta dele.

Make your choice!

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+ Acostumando o pandeiro Por Caio Blumer 05 January 2010 as 10:42 pm Nenhum comentário

Sabe, o comportamento das pessoas perante a TV demonstra bem o comportamento delas perante a política e até à vida, às vezes.

Repare só na analogia:

O BBB (Big Brother Brasil – ou qualquer outro daqueles apelidos que arrumamos para isso) está em sua 10ª edição no Brasil. Décima edição.

Enquanto isso os que mais duraram lá foram foram, sei lá, 4 edições?

E o que isso tem a ver com política?

Como é que vocês querem que a impunidade da palhaçada que vimos em 2009 seja pelo menos minimizada se a galera perde o seu precioso, caro e intelectual tempo acompanhando um teatro da vida alheia?

PANDEIRO 01

Mais fod#@ ainda é aguentar as conversas de corredor, ônibus lotado e Twitter às 15hrs comentando sobre essa bagaça.

Palhaçada no país, problemas ambientais que estão botando o planeta a baixo, gente sofrendo seja por falta de direitos básicos, seja por descaso, só se tornam falação quando é preciso um reporter um pouco mais corajoso tomar uma rasteira de um segurança.

Discutir sobre como é que sei lá quantos mil que são audiência dessas coisas poderiam combater “pizzadas” no governo ou como ajudar a diminuir em 2% a emissão de gases que fod%#@ o planeta e vão deixar seus netinhos debaixo d’água não é tão divertido, né?

E o pior é que tá todo mundo se acostumando a isso…

… Êpa, sai pra lá o encosto ruim! Pepeô!

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+ “Alô, alô Marolinha” | Lula e Chacrinha vão para o cinema Por Caio Blumer 12 November 2009 as 3:54 pm Nenhum comentário

chacrinha-globoChacrinha é um dos maiores ícones da comunicação e da cultura popular brasileira surgido na década de 50 e deixou saudade e sabedoria em 88, quando eu tinha só 2 aninhos e mal ouvia os discos da Xuxa (arrependimento…).

Mas, graças ao Cinema[bb] é possível conhecer um pouco mais e rir com o Troféu Abacaxi, os bacalhaus e o “Alô, Alô Terezinha, minha filha”. Abelardo Barbosa e sua obra revolucionária na TV viraram documentário cinematográfico através do seu acervo de gravações e depoimento de artistas lançados por ele, como o rei Roberto Carlos, o ‘pegador’ Fábio Junior, o ‘ministro’ Gil, Dercy -- ê Dercy -- e claro, algumas Chacretes (que você sabe que fim teve e tal).

Confira o trailer do filme abaixo e não “perdam”. Quem perder se estrumbica!

Lula-lá no cinema da marolinha.

E quem diria, esse é o país do Documentário.

Veja o post completo →

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+ E o Design no Brasil, vai bem? Por Tatty Mamprin 06 November 2009 as 4:31 pm Nenhum comentário

Ontem foi comemorado o Dia Nacional do Design, data do aniversário de Aloísio Magalhães (que nasceu em Recife, no dia 05/11/1927), defensor do design nacional e um dos fundadores da ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial), no Rio de Janeiro. A data foi instituida pelo então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, e publicada no Diário Oficial em 20 de outubro de 1998.

Mas… e como anda o mercado do design nacional? O que se passa na mente dos estudantes e futuros profissionais? O que os designers, dos mais diversos segmentos (jogos, moda, gráfico, digital…) têm para compartilhar?

Foi pensando nisso que nós do Blumerangue tivemos a idéia de reunir esse pessoal em uma entrevista informal, onde cada um pôde falar um pouco da sua vivência em design.

5, 4, 3, 2, 1… AÇÃO!

joao-

Ser designer é ter a capacidade de julgar uma situação sem preconceitos e criar algo que interfira nessa situação da melhor maneira possível.

Ontem foi comemorado o Dia Nacional do Design. Como você vê o mercado de trabalho na região sul do país?

A profissão de designer, não só no sul do país, mas como no Brasil inteiro ainda é muito vinculada à criação, à estética. As agências de publicidade são ainda as que mais absorvem os designers, pois a grande maioria das indústrias ainda não percebeu o diferencial que o designer pode ter, não só no visual, como também na própria gestão da empresa.
Felizmente nos últimos anos temos visto grandes iniciativas de jovens designers que meteram a cara no mundinho fechado da comunicação catarinense e estão dando certo. São bons exemplos o Cafundó Estudio Criativo, de Floripa, feito por ex-alunos de design da UFSC; a Midia Effects, que presta serviços de web, também fundada por ex-alunos de design da UFSC; e o que considero o maior exemplo de empresa que está mostrando a importância do design em Santa Catarina, a Design Inverso, de Joinville, que já faturou vários prêmios nacionais e internacionais.
Uma outra grande empresa é a  Whirlpool, dona das marcas Consul e Brastemp. Sua sede também é em Joinville, onde possuem um núcleo interno de design gráfico e design industrial para pesquisa e implementação de novos formatos, melhor ergonomia e até novos ícones para seus produtos.

Pra você, o que é SER designer?

Ser designer é principalmente ser um observador. Um designer não pode só ser capaz de criar coisas “bonitinhas” e operar bem o Photoshop e Illustrator. Ele tem de ser capaz de observar como as pessoas agem, como elas se vestem, o que elas estão procurando e extrair a essência disto para suas criações. Ser designer é ter a capacidade de julgar uma situação sem preconceitos e criar algo que interfira nessa situação da melhor maneira possível.

Você participou da organização de um dos maiores (se não o maior) eventos sobre Design do país, onde o principal público são estudantes. Você acredita que a grande maioria deles estava de fato comprometida com a futura profissão?

Nos encontros sempre tem os que vem pela festa, os que vem para discutir e os que vem para absorver algo em palestras e oficinas (eu já participei das 3 maneiras). A Conde de 2007 acreditava que os 3 tipos estão certos, pois o cara que vem para a festa pode conhecer gente e trocar idéia sobre a profissão, assim como o cara que vem ver palestra pode achar algo que instigue ele a discutir. O objetivo do encontro é fazer encontrar, e é dai que cada um monta seu próprio evento, onde de uma forma ou outra vai aprender algo sobre design, mesmo que aprenda que não é isso que ele quer fazer (pois não se iludam: designer trabalha pra c$@#$ e ganha pouco).
Concluindo, de um jeito ou de outro, uma pessoa que vem a um encontro de certa forma está comprometida com sua profissão, pois ela tem a possibilidade de conhecer pessoas, ver coisas novas, culturas diferentes…e como falei na resposta anterior, essa curiosidade nata é boa parte do caminho para ser um designer.

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bruna

Ao contrário do que muitos pensam, a moda é muito mais que tendência de consumo. Acredito que qualquer pessoa está inserida no mundo da moda.

Quais os caminhos que um futuro profissional de Moda pode seguir? Há espaço para novos profissionais aqui, ou o grande mercado ainda é o internacional?

Um profissional de moda pode atuar como modelista, estilista, produtor, styling, consultor de moda, em marketing de moda, produção de eventos…
Acredito que sim, há espaço para novos profissionais no Brasil, e inclusive ainda são poucos os que realmente fazem a diferença.

Um dos assuntos mais discutidos atualmente é sustentabilidade. É possível ser sustentável na moda também? Como?

Sim, é possível. Um dos grandes meios de ser sustentável no mercado de moda é buscar matérias primas totalmente reutilizáveis e naturais. Atualmente existem vários tecidos e aviamentos (entre outros materiais) com essa proposta. Repensar também em como será o beneficiamento do tecido, evitanto ao máximo substâncias que poluem o meio ambiente é um grande passo, além da reutilização de materiais. O problema é que infelizmente para ser sustentável hoje em dia – e acredito que seja em qualquer área – são os custos envolvidos, que muitas vezes dificultam o acesso destas empresas à soluções ecologicamente corretas.

Moda é mesmo para todos?

A palavra moda vem do latin modus e significa “modo”, “maneira”. Partindo deste entendimento, ao contrário do que muitos pensam, a moda é muito mais que tendência de consumo. Ela expressa valores – usos, hábitos e costumes – de uma determinada sociedade, pois é nela que tudo é permeado, ou seja, está entrelaçada com tudo o que acontece a nossa volta o tempo todo. Sendo assim, acredito que qualquer pessoa está inserida no mundo da moda, independente se a pessoa está “antenada” nas novas tendências ou não.

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robson

Costumo dizer pra galera que essa experiência de estágio é uma “segunda universidade”.

Você acredita que boa parte da população ainda não sabe o que um designer faz ou isso já está mudando?

As duas coisas. Com o crescimento de eventos, exposições, novos designers destacando-se pelo mundo, o design acaba ganhando força e reconhecimento, mas não sei até onde vai esse reconhecimento; se é do público erudito ou da população em geral, já que outro fator é a banalização do design, onde cursos “de esquina” prometem formar “designers”, enquanto na verdade formam simples operadores de softwares gráficos, que não saberão conceituar um projeto para os clientes.

Há várias áreas em que um designer pode atuar, tais como ilustração, embalagens, web… Você acredita que a universidade tem o poder de preparar o estudante para todas elas?

Não. A universidade te dá uma noção de cada área. São muitas opções e 4 anos é pouco tempo para preparar o profissional para todas. Cabe a cada estudante identificar-se com um (ou vários) segmentos do design e procurar especializações.

Qual a dificuldade que um estudante encontra ao procurar estágio em São Paulo? Você acredita que as empresas estão de fato querendo ensinar e transformar esses estudantes em bons profissionais, ou só querem fazer uso da mão de obra mais barata?

A maior dificuldade de um estagiário de design em São Paulo é em relação a bolsa auxilio oferecida pela maioria das empresas/agências/escritórios, que é muito baixa. Além da exigência de que o estudante seja um super profissional, entendendo de Flash, Photoshop, Illustrator, Indesign, Dreamweaver, HTML, Action Script, cambalhota, mamíferos que habitam o Sul da África, geografia da Rússia… é bizarro!
Acredito que onde trabalho atualmente seja uma excessão. Desde que entrei na Leo, estou aprendendo mesmo. Até costumo dizer pra galera que essa experiência de estágio é uma “segunda universidade”, mas devo confessar que a bolsa auxilio poderia ser um pouquinho melhor… (risos)

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lucas

Ser Game Designer é entender de todas as áreas que envolvem um game. Não é só a parte gráfica ou a programação.

Como você vê o mercado nacional de Design de Games? Já é possível compará-lo ao mercado internacional ou ainda é cedo?

O mercado ainda está crescendo. Perto do mercado internacional ainda estamos em estágio embrionário, mas com mais empresas internacionais investindo por aqui, e com empresas brasileiras tentando achar o seu lugar, creio que temos futuro. O caminho é longo, mas temos que acreditar.

Pra você, quais os grandes nomes do design de games nacional? Ainda falta reconhecimento/aceitação do que é produzido aqui?

Eu acredito que o pessoal da Ovolo Games, que desenvolveu o jogo City Rain, conseguiu grande espaço na mídia nacional e internacional por terem produzido um jogo que, além de ser muito bem feito e divertido, ganhou o Imagine Cup, uma competição mundial promovida pela Microsoft.
Porém, precisamos valorizar os produtos desenvolvidos por aqui para que um dia possamos competir com o mercado que vemos lá fora.

Pra quem estiver pensando em cursar, o que pode esperar pela frente?

Sofrimento :)
Ser Game Designer é entender de todas as áreas que envolvem um game. Não é só a parte gráfica ou a programação, mas precisa-se entender um pouco de roteiro, áudio, interfaces, etc.
Acima de tudo, também precisamos ter muita dedicação. Como a base de mercado brasileira ainda é pequena, precisamos começar a desenvolver por nós mesmos, no nosso tempo livre.

………………………………………………………………………………………. Link (Lucas): Twitter

thiago

Fazer estágio é primordial, pois é através desta experiência que você consegue levar o que aprende na prática, dentro da agência, para a sala de aula.

Quais as características um designer deve apresentar para trabalhar em uma grande agência?

Hoje para trabalhar em uma agência de nome, o básico que você precisa:
- Ter noções conceituais e não apenas técnicas;
- Criatividade, inteligência, qualidade e bom senso;
- Um portfólio para mostrar o que você já que fez;
- Ser um profissional flexível e saber respeitar a opinião de todos;
- Esquecer que tem um horário fixo de trabalho (risos);
- Responsabilidade, humildade e ética, são os atributos mais importante, pois eles que mostram se você é de fato profissional.

Como você vê o mercado nacional de modo geral? Há muita procura e pouca oferta? Fazer estágio durante o curso conta pontos no currículo?

Hoje o mercado está bem aquecido. Na época da crise, era menor o número de novas vagas, mas com o retorno dos investimentos, pode-se dizer que estamos tendo um crescimento extraordinário. A época que antecede o Natal é quando a demanda geralmente dobra e com a Copa de 2010 chegando, serão muitos jobs na certa.
Fazer estágio é primordial, pois é através desta experiência que você consegue levar o que aprende na prática, dentro da agência, para a sala de aula (lugar que você tem o direito de errar e o dever de aprender). Se você tiver oportunidade de estagiar durante o curso, agarre a vaga e não a deixe escapar! Não queira ser um formando procurando emprego, sem nunca ter atuado na área, pois com certeza as chances de você conseguir serão bem menores.

………………………………………………………………………………………. Links (Thiago): Portfólio | Twitter

Queremos agradecer o carinho e a atenção que todos tiveram com o Blumerangue, respondendo as questões e nos ajudando a construir este post, em homenagem a essa profissão que ainda é vista com olhos desconfiados por muitos, mas que está conquistando seu espaço em meio a um mercado tão competitivo.

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+ “Bolsa Banda Larga” | SP terá programa de banda larga popular Por Caio Blumer 29 October 2009 as 10:17 am 3 comentários

Senhoras e senhores, a banda larga agora é POP!

O governador de São Paulo, José Serra, lançou o “Programa Banda Larga Popular”, AKA “Bolsa Banda Larga” (apelidado por nós).

Em que consiste essa bagaça de banda larga popular: a alíquota do ICMS será zerada para os serviços de banda larga no estado de São Paulo. Isso significa a garantia de acesso à banda larga de 1Mb por exemplo à R$29,80!

ConectadoWired

Existem lugares como a Finlândia, por exemplo, onde a banda larga é um DIREITO, meus senhores, um direito de todo o cidadão. 1º mundo é outro nível.

Agora voltando para nosso mundinho real (e $real)…

A NET informou esta semana que oferecerá primeiramente apenas no estado de São Paulo o pacote popular de banda larga a R$29,80, porém – sempre tem um “porém” – a velocidade ainda não foi definida, mas é provável que seja a velocidade de 200 kbps. Opa! Espera aí, não era 1Mb de velocidade sr. Governador?

Brasil gente, Brasil…

Mas dá pra comemorar, vamos lá…

Apesar dos pesares, temos uma massificação interessante da web no país, no qual o acesso à internet[bb] pela classe C tem crescido e já vem se tornando foco de muita empresa por aí de olho nos futuros consumidores de informação (e porque não produtos) online.

Veja o post completo →

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