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Redes sociais por uma eleição mais dencete neste país 25 February 2010 as 10:09 pm de Caio Blumer

crossing the boxHá algum tempo se vem discutindo como serão as eleições deste ano de 2010 com relação à inclusão das redes sociais e debates internéticos sobre os candidatos, suas propostas e etc.

Tudo isso levado pela onda e case histórico de marketing político de Barack Obama, claro (que também, não evoluiu muuuito dali pra cá né?).

No Brasil já se discuti desde o conteúdo de pesquisas no Google sobre alguns concorrentes à cadeira verde e amarela do planalto até o importante papel que as redes sociais terão neste contexto eleitoral.

Claro, que uma eleição mais decente depende de candidatos mais decentes, mas depende ainda mais de uma escolha DECENTE DA SUA PARTE.
Como diz um ditado que ouço aqui no interior de Barbacena: “cada povo tem o governo que merece”.

De fato.

Existem mil comunidades no Orkut – além daquelas toscas “Eu aMo fRiTaR na rAvE!!!” -, existe o Google (oooh!), existem outras redes sociais…a internet veio para sociabilizar, disseminar o conhecimento e a liberdade de trocar ideias, a pesquisa e o saber, pra quem quiser.

Só espero que (você!) a galera não esqueça da Eleição e só pense em elefantes africanos, bolas, traves e camisas canarinho. Copa é sinal de patriotismo, eleições são sinal de futuro – ou da falta dele.

Make your choice!

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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

+ Acostumando o pandeiro Por Caio Blumer 05 January 2010 as 10:42 pm Nenhum comentário

Sabe, o comportamento das pessoas perante a TV demonstra bem o comportamento delas perante a política e até à vida, às vezes.

Repare só na analogia:

O BBB (Big Brother Brasil – ou qualquer outro daqueles apelidos que arrumamos para isso) está em sua 10ª edição no Brasil. Décima edição.

Enquanto isso os que mais duraram lá foram foram, sei lá, 4 edições?

E o que isso tem a ver com política?

Como é que vocês querem que a impunidade da palhaçada que vimos em 2009 seja pelo menos minimizada se a galera perde o seu precioso, caro e intelectual tempo acompanhando um teatro da vida alheia?

PANDEIRO 01

Mais fod#@ ainda é aguentar as conversas de corredor, ônibus lotado e Twitter às 15hrs comentando sobre essa bagaça.

Palhaçada no país, problemas ambientais que estão botando o planeta a baixo, gente sofrendo seja por falta de direitos básicos, seja por descaso, só se tornam falação quando é preciso um reporter um pouco mais corajoso tomar uma rasteira de um segurança.

Discutir sobre como é que sei lá quantos mil que são audiência dessas coisas poderiam combater “pizzadas” no governo ou como ajudar a diminuir em 2% a emissão de gases que fod%#@ o planeta e vão deixar seus netinhos debaixo d’água não é tão divertido, né?

E o pior é que tá todo mundo se acostumando a isso…

… Êpa, sai pra lá o encosto ruim! Pepeô!

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+ “Alô, alô Marolinha” | Lula e Chacrinha vão para o cinema Por Caio Blumer 12 November 2009 as 3:54 pm Nenhum comentário

chacrinha-globoChacrinha é um dos maiores ícones da comunicação e da cultura popular brasileira surgido na década de 50 e deixou saudade e sabedoria em 88, quando eu tinha só 2 aninhos e mal ouvia os discos da Xuxa (arrependimento…).

Mas, graças ao Cinema[bb] é possível conhecer um pouco mais e rir com o Troféu Abacaxi, os bacalhaus e o “Alô, Alô Terezinha, minha filha”. Abelardo Barbosa e sua obra revolucionária na TV viraram documentário cinematográfico através do seu acervo de gravações e depoimento de artistas lançados por ele, como o rei Roberto Carlos, o ‘pegador’ Fábio Junior, o ‘ministro’ Gil, Dercy -- ê Dercy -- e claro, algumas Chacretes (que você sabe que fim teve e tal).

Confira o trailer do filme abaixo e não “perdam”. Quem perder se estrumbica!

Lula-lá no cinema da marolinha.

E quem diria, esse é o país do Documentário.

Veja o post completo →

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+ E o Design no Brasil, vai bem? Por Tatty Mamprin 06 November 2009 as 4:31 pm Nenhum comentário

Ontem foi comemorado o Dia Nacional do Design, data do aniversário de Aloísio Magalhães (que nasceu em Recife, no dia 05/11/1927), defensor do design nacional e um dos fundadores da ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial), no Rio de Janeiro. A data foi instituida pelo então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, e publicada no Diário Oficial em 20 de outubro de 1998.

Mas… e como anda o mercado do design nacional? O que se passa na mente dos estudantes e futuros profissionais? O que os designers, dos mais diversos segmentos (jogos, moda, gráfico, digital…) têm para compartilhar?

Foi pensando nisso que nós do Blumerangue tivemos a idéia de reunir esse pessoal em uma entrevista informal, onde cada um pôde falar um pouco da sua vivência em design.

5, 4, 3, 2, 1… AÇÃO!

joao-

Ser designer é ter a capacidade de julgar uma situação sem preconceitos e criar algo que interfira nessa situação da melhor maneira possível.

Ontem foi comemorado o Dia Nacional do Design. Como você vê o mercado de trabalho na região sul do país?

A profissão de designer, não só no sul do país, mas como no Brasil inteiro ainda é muito vinculada à criação, à estética. As agências de publicidade são ainda as que mais absorvem os designers, pois a grande maioria das indústrias ainda não percebeu o diferencial que o designer pode ter, não só no visual, como também na própria gestão da empresa.
Felizmente nos últimos anos temos visto grandes iniciativas de jovens designers que meteram a cara no mundinho fechado da comunicação catarinense e estão dando certo. São bons exemplos o Cafundó Estudio Criativo, de Floripa, feito por ex-alunos de design da UFSC; a Midia Effects, que presta serviços de web, também fundada por ex-alunos de design da UFSC; e o que considero o maior exemplo de empresa que está mostrando a importância do design em Santa Catarina, a Design Inverso, de Joinville, que já faturou vários prêmios nacionais e internacionais.
Uma outra grande empresa é a  Whirlpool, dona das marcas Consul e Brastemp. Sua sede também é em Joinville, onde possuem um núcleo interno de design gráfico e design industrial para pesquisa e implementação de novos formatos, melhor ergonomia e até novos ícones para seus produtos.

Pra você, o que é SER designer?

Ser designer é principalmente ser um observador. Um designer não pode só ser capaz de criar coisas “bonitinhas” e operar bem o Photoshop e Illustrator. Ele tem de ser capaz de observar como as pessoas agem, como elas se vestem, o que elas estão procurando e extrair a essência disto para suas criações. Ser designer é ter a capacidade de julgar uma situação sem preconceitos e criar algo que interfira nessa situação da melhor maneira possível.

Você participou da organização de um dos maiores (se não o maior) eventos sobre Design do país, onde o principal público são estudantes. Você acredita que a grande maioria deles estava de fato comprometida com a futura profissão?

Nos encontros sempre tem os que vem pela festa, os que vem para discutir e os que vem para absorver algo em palestras e oficinas (eu já participei das 3 maneiras). A Conde de 2007 acreditava que os 3 tipos estão certos, pois o cara que vem para a festa pode conhecer gente e trocar idéia sobre a profissão, assim como o cara que vem ver palestra pode achar algo que instigue ele a discutir. O objetivo do encontro é fazer encontrar, e é dai que cada um monta seu próprio evento, onde de uma forma ou outra vai aprender algo sobre design, mesmo que aprenda que não é isso que ele quer fazer (pois não se iludam: designer trabalha pra c$@#$ e ganha pouco).
Concluindo, de um jeito ou de outro, uma pessoa que vem a um encontro de certa forma está comprometida com sua profissão, pois ela tem a possibilidade de conhecer pessoas, ver coisas novas, culturas diferentes…e como falei na resposta anterior, essa curiosidade nata é boa parte do caminho para ser um designer.

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bruna

Ao contrário do que muitos pensam, a moda é muito mais que tendência de consumo. Acredito que qualquer pessoa está inserida no mundo da moda.

Quais os caminhos que um futuro profissional de Moda pode seguir? Há espaço para novos profissionais aqui, ou o grande mercado ainda é o internacional?

Um profissional de moda pode atuar como modelista, estilista, produtor, styling, consultor de moda, em marketing de moda, produção de eventos…
Acredito que sim, há espaço para novos profissionais no Brasil, e inclusive ainda são poucos os que realmente fazem a diferença.

Um dos assuntos mais discutidos atualmente é sustentabilidade. É possível ser sustentável na moda também? Como?

Sim, é possível. Um dos grandes meios de ser sustentável no mercado de moda é buscar matérias primas totalmente reutilizáveis e naturais. Atualmente existem vários tecidos e aviamentos (entre outros materiais) com essa proposta. Repensar também em como será o beneficiamento do tecido, evitanto ao máximo substâncias que poluem o meio ambiente é um grande passo, além da reutilização de materiais. O problema é que infelizmente para ser sustentável hoje em dia – e acredito que seja em qualquer área – são os custos envolvidos, que muitas vezes dificultam o acesso destas empresas à soluções ecologicamente corretas.

Moda é mesmo para todos?

A palavra moda vem do latin modus e significa “modo”, “maneira”. Partindo deste entendimento, ao contrário do que muitos pensam, a moda é muito mais que tendência de consumo. Ela expressa valores – usos, hábitos e costumes – de uma determinada sociedade, pois é nela que tudo é permeado, ou seja, está entrelaçada com tudo o que acontece a nossa volta o tempo todo. Sendo assim, acredito que qualquer pessoa está inserida no mundo da moda, independente se a pessoa está “antenada” nas novas tendências ou não.

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robson

Costumo dizer pra galera que essa experiência de estágio é uma “segunda universidade”.

Você acredita que boa parte da população ainda não sabe o que um designer faz ou isso já está mudando?

As duas coisas. Com o crescimento de eventos, exposições, novos designers destacando-se pelo mundo, o design acaba ganhando força e reconhecimento, mas não sei até onde vai esse reconhecimento; se é do público erudito ou da população em geral, já que outro fator é a banalização do design, onde cursos “de esquina” prometem formar “designers”, enquanto na verdade formam simples operadores de softwares gráficos, que não saberão conceituar um projeto para os clientes.

Há várias áreas em que um designer pode atuar, tais como ilustração, embalagens, web… Você acredita que a universidade tem o poder de preparar o estudante para todas elas?

Não. A universidade te dá uma noção de cada área. São muitas opções e 4 anos é pouco tempo para preparar o profissional para todas. Cabe a cada estudante identificar-se com um (ou vários) segmentos do design e procurar especializações.

Qual a dificuldade que um estudante encontra ao procurar estágio em São Paulo? Você acredita que as empresas estão de fato querendo ensinar e transformar esses estudantes em bons profissionais, ou só querem fazer uso da mão de obra mais barata?

A maior dificuldade de um estagiário de design em São Paulo é em relação a bolsa auxilio oferecida pela maioria das empresas/agências/escritórios, que é muito baixa. Além da exigência de que o estudante seja um super profissional, entendendo de Flash, Photoshop, Illustrator, Indesign, Dreamweaver, HTML, Action Script, cambalhota, mamíferos que habitam o Sul da África, geografia da Rússia… é bizarro!
Acredito que onde trabalho atualmente seja uma excessão. Desde que entrei na Leo, estou aprendendo mesmo. Até costumo dizer pra galera que essa experiência de estágio é uma “segunda universidade”, mas devo confessar que a bolsa auxilio poderia ser um pouquinho melhor… (risos)

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lucas

Ser Game Designer é entender de todas as áreas que envolvem um game. Não é só a parte gráfica ou a programação.

Como você vê o mercado nacional de Design de Games? Já é possível compará-lo ao mercado internacional ou ainda é cedo?

O mercado ainda está crescendo. Perto do mercado internacional ainda estamos em estágio embrionário, mas com mais empresas internacionais investindo por aqui, e com empresas brasileiras tentando achar o seu lugar, creio que temos futuro. O caminho é longo, mas temos que acreditar.

Pra você, quais os grandes nomes do design de games nacional? Ainda falta reconhecimento/aceitação do que é produzido aqui?

Eu acredito que o pessoal da Ovolo Games, que desenvolveu o jogo City Rain, conseguiu grande espaço na mídia nacional e internacional por terem produzido um jogo que, além de ser muito bem feito e divertido, ganhou o Imagine Cup, uma competição mundial promovida pela Microsoft.
Porém, precisamos valorizar os produtos desenvolvidos por aqui para que um dia possamos competir com o mercado que vemos lá fora.

Pra quem estiver pensando em cursar, o que pode esperar pela frente?

Sofrimento :)
Ser Game Designer é entender de todas as áreas que envolvem um game. Não é só a parte gráfica ou a programação, mas precisa-se entender um pouco de roteiro, áudio, interfaces, etc.
Acima de tudo, também precisamos ter muita dedicação. Como a base de mercado brasileira ainda é pequena, precisamos começar a desenvolver por nós mesmos, no nosso tempo livre.

………………………………………………………………………………………. Link (Lucas): Twitter

thiago

Fazer estágio é primordial, pois é através desta experiência que você consegue levar o que aprende na prática, dentro da agência, para a sala de aula.

Quais as características um designer deve apresentar para trabalhar em uma grande agência?

Hoje para trabalhar em uma agência de nome, o básico que você precisa:
- Ter noções conceituais e não apenas técnicas;
- Criatividade, inteligência, qualidade e bom senso;
- Um portfólio para mostrar o que você já que fez;
- Ser um profissional flexível e saber respeitar a opinião de todos;
- Esquecer que tem um horário fixo de trabalho (risos);
- Responsabilidade, humildade e ética, são os atributos mais importante, pois eles que mostram se você é de fato profissional.

Como você vê o mercado nacional de modo geral? Há muita procura e pouca oferta? Fazer estágio durante o curso conta pontos no currículo?

Hoje o mercado está bem aquecido. Na época da crise, era menor o número de novas vagas, mas com o retorno dos investimentos, pode-se dizer que estamos tendo um crescimento extraordinário. A época que antecede o Natal é quando a demanda geralmente dobra e com a Copa de 2010 chegando, serão muitos jobs na certa.
Fazer estágio é primordial, pois é através desta experiência que você consegue levar o que aprende na prática, dentro da agência, para a sala de aula (lugar que você tem o direito de errar e o dever de aprender). Se você tiver oportunidade de estagiar durante o curso, agarre a vaga e não a deixe escapar! Não queira ser um formando procurando emprego, sem nunca ter atuado na área, pois com certeza as chances de você conseguir serão bem menores.

………………………………………………………………………………………. Links (Thiago): Portfólio | Twitter

Queremos agradecer o carinho e a atenção que todos tiveram com o Blumerangue, respondendo as questões e nos ajudando a construir este post, em homenagem a essa profissão que ainda é vista com olhos desconfiados por muitos, mas que está conquistando seu espaço em meio a um mercado tão competitivo.

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+ “Bolsa Banda Larga” | SP terá programa de banda larga popular Por Caio Blumer 29 October 2009 as 10:17 am 3 comentários

Senhoras e senhores, a banda larga agora é POP!

O governador de São Paulo, José Serra, lançou o “Programa Banda Larga Popular”, AKA “Bolsa Banda Larga” (apelidado por nós).

Em que consiste essa bagaça de banda larga popular: a alíquota do ICMS será zerada para os serviços de banda larga no estado de São Paulo. Isso significa a garantia de acesso à banda larga de 1Mb por exemplo à R$29,80!

ConectadoWired

Existem lugares como a Finlândia, por exemplo, onde a banda larga é um DIREITO, meus senhores, um direito de todo o cidadão. 1º mundo é outro nível.

Agora voltando para nosso mundinho real (e $real)…

A NET informou esta semana que oferecerá primeiramente apenas no estado de São Paulo o pacote popular de banda larga a R$29,80, porém – sempre tem um “porém” – a velocidade ainda não foi definida, mas é provável que seja a velocidade de 200 kbps. Opa! Espera aí, não era 1Mb de velocidade sr. Governador?

Brasil gente, Brasil…

Mas dá pra comemorar, vamos lá…

Apesar dos pesares, temos uma massificação interessante da web no país, no qual o acesso à internet[bb] pela classe C tem crescido e já vem se tornando foco de muita empresa por aí de olho nos futuros consumidores de informação (e porque não produtos) online.

Veja o post completo →

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+ O preço do arrependimento Por Scaico 23 September 2009 as 1:15 pm 1 comentário

cinemark0011

Digamos que você e seu par, ambos já formados, resolvam ir ao cinema no sábado a noite.  Nenhum dos dois possui carteirinha de estudante. Nem mesmo uma falsa…
Vejamos os cálculos, no melhor estilo Mastercard:

Ingressos para o cinema:
em torno de R$30,00 (o casal)

Pipoca com Guaraná:
por volta de R$12,00 (o casal)

A sensação de frustração após assistir um filme que, no final, vocês nem gostaram tanto:
tem preço sim! R$42,00. Bem amargo.

Hoje em dia, está valendo mais a pena alugar* um filme, pedir uma pizza e assistir em casa.  Sai bem mais barato e eu, pelo menos, prefiro pizza à pipoca.
E se o filme for ruim? Bem, custou só R$5,00 na Blockbuster. E se eu devolver no dia seguinte ainda ganho R$2,50 de crédito.

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+ Petrobrás, orgulho nacional Por Carlos Castilho 08 September 2009 as 10:13 am 1 comentário

No meu primeiro post aqui no Blumerangue venho com um assunto muito sério, canso de tando ouvir falar do último feito da Petrobrás, o petróleo no pré sal. O “marco da indústria petrolifera”, o “começo de uma nova era”…

Mas você sabe o que significa pré sal? São reservatórios de petróleo que ficam entre 5.000 e 7.000 metros abaixo do nivel do mar, ou seja, os fatos para a comemoração é que a Petrobrás tem capacidade que muitos no mundo não possuem, além de money para a empresa, afiliadas e governo, auto-suficiência na produção de petróleo, etc.

Mas, no meu ponto de vista, há muito em que “não se comemorar”.

O petróleo é uma das grandes causas da poluição do nosso Planeta e é principalmente usado para gerar energia e para a produção da conhecida gasolina, dentre outras coisas.

O grande problema é que nosso governo pensa em uma produção cada vez maior de petróleo até 2030. Isso é futuro? Eu não enxergo o futuro baseado na economia do petróleo, ainda mais o crescimento desta!

Apesar do dinheiro a curto prazo que o petróleo poderá proporcionar, o investimento para a extração do mesmo é alto, aliás altíssimo. E para melhorar o governo fez um acordo com a França para a compra de um submarino NUCLEAR (desculpe a caixa alta) , helicópteros e aviões de combateR$ 24 bilhões será investido! – Para quê? Defender nossa “riqueza”… e a única discussão no governo por enquanto é pela partilha do dinheiro e mais nada.

O Brasil, na minha opinião, está no caminho reverso da natureza, da Terra[bb]. Em um país que não tem educação e saúde eficientes, o dinheiro de nossos impostos vai para outras “necessidades”.  Fiquem com uma foto de uma manifestante do Greenpeace para refletirem também.

presal greenpeace

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+ Trem-bala Campinas-SP-RJ: A lenda Por Caio Blumer 03 September 2009 as 5:16 pm 1 comentário

Quem é aqui da região de Campinas com certeza não considera esse um assunto tão, digamos, “atual” assim. Essa história de trem-bala é velha, desde que eu era moleque e pegava ônibus lotado para ir para o Shopping Parque Dom Pedro usando calça larga, All Star[bb] e uma meia de cada cor. Mas isso é pra outro post.

O objetivo de construção do TAV (trem de alta velocidade) é de estar pronto até 2014 – ano da Copa do Mundo aqui no Brasil – porém, nunca – jamais na história deste país, ou melhor, dos trens-bala – se construiu um transporte deste tipo em menos de cinco anos e meio.

MariaFumaca

Digamos então que por um milagre (medo!) consigam resolver os entraves ambientais, político-legais, desapropriações, logística, grana e (ufa!) terminem de construir o TAV…

Onde ficará a coragem pra montar nesse negócio? Pensem comigo: até metrô desabou neste país. E se a construção sai no tempo certo, mas não do jeito certo? Não estou querendo ser pessimista, jamais, mas vamos imaginar, tem que se avaliar tudo né não? Fico bem cabrero dessa história de muita gente atrás de ganhar a licitação ($) e assinar o contrato mesmo com esse prazo doido.

Voltemos então ao otimismo original.

Agora, vejam vocês, um passeiozinho nesse trem fazendo um trecho São Paulo – Rio de Janeiro na classe econômica fora do horário de pico – 3 horas da manhã? – o valor vai ser de mais ou menos R$ 150. Ma Oê, quem quer dinheiro[bb]?!

Bom, ficamos assim então, daqui 5 anos nós vemos o poder milagroso deste país em realizar um projeto tecnológico desse porte bem feito, em tempo recorde e SEM PASSAR POR CIMA do MEIO AMBIENTE das PESSOAS e das LEIS.

Fechado?

Falou.

Fontes: Estadão.com.br e Folha Online.
Imagem: biel.mayrink no Flickr (CC – Todos os direitos reservados).

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+ Curtinhas e tosquinhas | Maísa, Vacina, Suínos. Por Caio Blumer 25 August 2009 as 2:15 pm 2 comentários

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A vacina vira ou não?

O Brasil adotou uma tal de Synflorix como vacina para imunização gratuita no SUS contra pneumococo em crianças de até um ano, para o ano que vem. A alegação vem de que a nova vacina é “mais adequada à realidade do país”. Guarde essa frase para o fim dessa “curtinha”.

Fato é que a nova vacina não passou pela aprovação do órgão mais “chato” (exigente), o FDA (americano), mas tá liberada pela ANVISA e Ministério da Saúde.

Segundo as informações da notícia a vacina é nova no mercado europeu e ainda precisa de alguns estudos na população, ao contrário da outra vacina – a tal da Provenar – que está há anos no mercado. Ah essa vacina nova parece não ser tão eficiente contra o tipo mais comum, porém mais fraco – ainda sim é o mais comum, 90% dos casos – de pneumonia no Brasil. (Lembra da frase lá de cima? Realidade do país?).

Resumo da ópera: empresas gigantes brigam, o Brasil assina com a nova e só resta torcer e rezar para as criancinhas não serem as pequenas cobaias.

Via Folha e Folha

Suínos, literalmente.

Estão fazendo alguns estudos e comprovando que outras doenças transmissíveis pelos mesmos modos que a gripe suína H1N1 estão diminuindo com as novas táticas de prevenção adotadas pela população.

Isso significa que o título “suína” não era só por ter aparecido em porcos. Lavar as mãos, espirrar em lenço, etc. é higiênico e saudável desde que mundo é mundo, viu gente?

Maísa, Round 2… Fight!

E pra fechar a conta e passar a régua, a Maísa deu na orelha da Record e da Globo, de novo.

Ou essa molecada é doida de gostar disso ou então o povo assiste esperando qual vai ser a próxima peripécia da pequena protegida de Silvio Santos.

Via.

A vacina vira ou não?

O Brasil adotou uma tal de Synflorix como vacina para imunização gratuita no SUS contra pneumococo em crianças de até um ano, para o ano que vem. A alegação vem de que a nova vacina é “mais adequada à realidade do país”. Guarde essa frase para o fim dessa “curtinha”.

Fato é que a nova vacina não passou pela aprovação do órgão mais “chato” (exigente), o FDA (americano), mas tá liberada pela ANVISA e Ministério da Saúde.


Segundo as informações da notícia a vacina é nova no mercado europeu e ainda precisa de alguns estudos na população, ao contrário da outra vacina – a tal da Provenar – que está há anos no mercado. Ah essa vacina nova parece não ser tão eficiente contra o tipo mais comum, porém mais fraco – ainda sim é o mais comum, 90% dos casos – de pneumonia no Brasil. (Lembra da frase lá de cima? Realidade do país?).

Resumo da ópera: empresas gigantes brigam, o Brasil assina com a nova e só resta torcer e rezar para as criancinhas não serem as pequenas cobaias.

(http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u614070.shtml)
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u614231.shtml)

Suínos, literalmente.

Estão fazendo alguns estudos e comprovando que outras doenças transmissíveis pelos mesmos modos que a gripe suína H1N1 estão diminuindo com as novas táticas de prevenção adotadas pela população.

Isso significa que o título “suína” não era só por ter aparecido em porcos. Lavar as mãos, espirrar em lenço, etc. é higiênico e saudável desde que mundo é mundo, viu gente?

Maísa, Round 2… Fight!

E pra fechar a conta e passar a régua, a Maísa deu na orelha da Record e da Globo, de novo.

Ou essa molecada é doida de gostar disso ou então o povo assiste esperando qual vai ser a próxima peripécia da pequena protegida de Silvio Santos.

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+ A casa de pizzas mais famosa do país Por Caio Blumer 29 July 2009 as 4:02 pm Nenhum comentário

…e a especialidade da casa: pizza de nabo, pepino e abacaxi.

Sim, estou falando do Senado. Virou moda já falar do senado. Em breve lançarão uma linha de roupas, tênis e bonés com o um logotipo e a tag: #forasarney. Todos com tons predominantes em verde e amarelo.

pizza.jpg

Mas, enfim, apesar da modinha criada, todos os dias ao abrir os jornais ou ouvir o casal do Jornal Nacional é pauta diária, não sai do cardápio nunca o Senado.

Cada dia a busca por substitutos à presidência do Senado Federal acaba em…um docinho para quem adivinhar…pizza! E finalmente estou vendo jornais e jornalistas indo fundo em busca de informações importantes e que fazem sentido, estão ajudando a mostrar a coisa como é. E bom, pelo visto vai ser duro achar um senador que passe ileso para substituir o Sarney na cadeira de presidente do senado, a busca tende a ser longa.

Hoje eu estava lendo também que começou uma “guerrinha interna” entre partidos já também. Agora, ao invés de arrumarem a casa de pizzas, vão querer começar a espalhar salame, tomate e cebola pra todo canto, é isso? Bom, isso é até legal por um ponto de vista: eles mesmo vão se matar sozinhos, uns denunciando os outros. Irônico até, não?

Vai rolar um limpa geral, será?

Fontes: FolhaOnline e Pensata (da Eliane Cantanhêde)
Imagem:
Aaron Landry via Flickr (CC – Some rights reserved)

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