About Caio Blumer

Blogueiro, publicitário, interneteiro, twitteiro, apaixonado por esportes, internet, publicidade, muié, música, muita música e palhaço free-lancer aos finais de semana da meia-noite às seis da manhã quando há tempo.

Um sorriso pode mudar tudo no seu dia. Palavras de um mal-humorado.

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Publicitários se apaixonarem por uma boa publicidade é mais do que normal.

Pessoas mais normais que publicitários – aquelas pessoas que tem uma vida e uma profissão – que se apaixonam por uma publicidade bem feita fazem publicitários quererem ser cada vez menos normais e cada vez mais publicitários.

O orgulho vem quando vemos que o pensamento não para em números no coraçãozinho de grandes empresas, grandes nomes, grandes marcas.

Uma lágrima escorre do olho direito ao ver que tem mais alguém que parou para pensar que tem o poder de falar com milhares de pessoas, influenciá-las, melhorar o dia delas, ou a hora, ou 1 minuto e 46 segundos delas.

O vídeo abaixo é da campanha que já é TrendTopics nacional criada pela Brastemp provando que você, grande empresa, ao invés de mostrar que a geladeira faz café, mostra que você entrega muito mais que isso quando um cidadão “normal” e até um publicitário compram os seus produtos…

Obrigado a você que teve coragem de dizer a que veio, e a vocês, publicitários anormais que foram anormais o suficiente para fazerem uma putacampanha como essa.

Faça uma empresa que vai mudar o mundo e ganhe o mundo a seu favor :)
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Os tapinhas que a vida nos dá. E não são nas costas…

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Adoro jogar tennis. E não jogo nada.

Certo dia num jogo com alguns amigos em uma quadra distante, em Barbacena, encontrei um senhor. Seu João. Era um senhor simples, chegando em sua caminhonete ao clube. Barba branca, cabelos brancos e uma feição calma, tranqüila e interessada nos jovens corredores com raquetes nas mãos só dando tapas nas bolinhas, sem a menor noção do que estavam fazendo.

Enquanto alguns amigos jogavam e ficavam irritados com seus erros e derrotas, na simpatia que Deus me concedeu, puxei assunto com o senhor que ali estava, atento a cada jogada. Eis que ele me disse uma única frase que me revelou um dos segredos da vida (nem que for a vida em quadra):

- “A coisa mais besta nos jogadores de tennis é se irritarem com uma derrota. A derrota é a melhor coisa que pode lhe acontecer: se você ganha, sai da quadra e esquece o jogo. Se perde, sai da quadra e pensa onde precisa melhorar para a semana que vem”.


Don’t be angry!

Dois minutos de conversa esclarecem uma vida de irritação e stress jogado fora. É, há quem diga que você pode fazer do stress uma coisa positiva e tal. Se quer saber como leia um livro[bb] dessas teorias… ou, fique estressado.

A afirmação do Sr. João me fez pensar bastante… alguns anos depois, claro, na hora você ouve e já tá na hora de jogar de novo.

Quem nunca levou um pé da(o) namoradinha(o), que levante a patinha. Quem perdeu o emprego e ficou put#*(@ na hora, que levante a outra patinha. Quem nunca perdeu pro amigo chato no Street Fighter[bb] de fliper e quis matar o desgramado que ficou sarreando que levante a terceira patinha. Pronto, agora você pode se equilibrar na ultima patinha que sobrou, porque senão precisaremos de um polvo, e fico triste ao lembrar do falecimento do Paul… (?)

A vida é um palco e a vida é uma escola. Resumindo, a vida é uma escola de teatro… não. Esqueçam…

A vida dá tapas, como a nossa mamãe, para ensinar (opa, lei nova e tal, cuidado, vida). Você perde no tennis para aprender a se posicionar. Você leva um quique do namoradinho, para ter oportunidade de pensar o que você mudaria em você ou no seu próximo namoro, mesmo que ‘a culpa tenha sido do babaca’. Você perde o emprego para encontrar um empreendedor dentro de você e fazer o que gosta finalmente.

Nada há nada tão ruim na vida que não possa piorar. A menos que você saiba fazer como grande filosofo cujo nome não se revelou ainda que disse:

“Se a vida lhe der as costas, passe a mão na bunda dela”.

Um abraço Seu João, valeu!

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O que se leva da vida, é…

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Ela acorda cedinho, veste sua roupa de ginástica e o iPod[bb] e parte para a corridinha matinal. Meia hora depois está de volta, trocar roupa, tomar banho, cabelo, maquiagem e mais algumas coisas misteriosas que homem nenhum na Terra saberá o porque ela demorou tanto…

Trabalhar. Viajar para trabalhar. Almoçar. Encontrar contatos. Se atualizar no twitter, feed, blogs. Telefones.

Ufa, hora de voltar pra casa, ah mas ainda tem a academia.

Então ela chega em casa para ficar lá aproveitando o abraço do sofá, mas tem o jantar para preparar depois do banho. Lavar louça, ver algo legal na TV, brincar com a gatinha de estimação e… já cansou. Dorme para acordar cedo, afinal, tem corridinha amanhã de manhã.

Ele tá lá, acordando atrasado, correndo para pegar o mínimo de trânsito possível.

Trabalhar, viajar para trabalhar, viajar trabalhando. Almoço com os camaradas, ninguém é de ferro, mas tem que ser só uma horinha. De volta à labuta, ao twitter, às piadas com o amigo corinthiano, paquerada na musa do brasileirão, mais um pouco de telefone, RSS, blogs, emails e casa.

Bora para a academia, o choppinho do happy our com a galera de ontem tem que sair e amanhã tem futebol. Chegar em casa, banho, descongelar a lasanha, ver mais umas besteiras e o jornal na internet. Ouvir uma musiquinha, brincar com o violão, opa, hora de dormir para não pegar aquele trânsito que lhe atrasou quase uma hora, de novo.

Pois é, como tenho escutado que hoje tá difícil encontrar o tal do passarinho azul. Aquele que traz as borboletas que ficam na região abdominal do ser que leva uma maçã do amor na testa.

É muita gente querendo aproveitar ao máximo o tempo que já não tem para conhecer o máximo de gente possível, beijar o máximo de gente possível, acordar do lado do máximo de gente possível. Mas puts, amanhã tem tudo aquilo de novo, e provavelmente esquecerão o telefone um do outro dentro do bolso da calça que vai lavar. Isso se eles realmente se encontrarem algum dia pra tudo isso acontecer.

“Compromisso é coisa para os fracos”, podem dizer os baladeiros, embalados pela balada de aproveitar as poucas noites livres que os finais de semana lhes oferecem. A vida é curta.

É criançada, mais do que nunca, levar um coração dessa vida de meu Deus necessita de muita coragem. Tem que ser muito homem e tem que ser muito mulher. Tem que saber prestar atenção na vida, ao invés de só correr nas esteiras sem sair da frente do DVD[bb] da Lady Gaga or something worst than this.

Se você sabe que é possível encontrar o outro pé do chinelo e quer realmente fechar o balanço e ficar tranqüilo curtindo a delícia que a solteirice nos proporciona, pare por aqui que já valeu a visita e você já pegou a idéia, espero eu.

Se você tá nessa de não acreditar mais nem em horário eleitoral, nem no Justin Bieber pedindo a Rihanna em namoro e nem que você pode mesmo se apaixonar, continue tentando ler…

Tem que ter compreensão e coragem mútuos. A vida não é pudim nem para um nem para o outro. É preciso paciência, tempo para prepararem um jantar juntos, irem trabalhar juntos vez em quando, dar uma corridinha lado a lado, tocar violão para ela, fazer uma massagem no namoradinho durante aquela sua séria favorita que tem 6 amigos malucos.

Se você acha que isso não existe, que sua vida não dá tempo pra isso, ou que nunca vai achar o cara do passarinho azul (êpa!) ou a mulher da sua vida, para e pensa: algum parafuso tá desapertado na tua vida.

E aí, quem tem coragem de viver?

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Mulheres e as músicas: mais do que inspiração, elas são melodias apaixonantes

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Música e mulher são almas gêmeas e complementares. A mulher é uma música, a música não só pode ser inspirada numa mulher como na maioria das vezes é, mas a música é uma mulher em si (dó, ré, mi, fá – piadinha by Evandro Bortoleto).

Ambas têm muito em comum, independente de gêneros. Ginga, paixão, rítimo, sentimentos, milhões de sentimentos ao mesmo tempo, alegria, lágrimas. É ouvir uma música e você pode descrever uma mulher por ela.

E na companhia de Rubens Gualdieri, o poeta do twitter (@rubensgualdieri) e do Dona Oncinha, blog da dona onça da moda, Jú Manzato estou aqui para dizer a impressão que eu, uma tentativa de músico de garagem que passa 90% do dia ouvindo música, encaro sobre alguns ritmos musicais legais que gosto e suas respectivas personalidades femininas.

Joss Stone – Essa mulher é pura música

Blues Woman
Blues é o som da alma. Um som calmo, mas extremamente expressivo, uma música encantadora.

Blues é um dos estilos musicais pelos quais mais me apaixonei. E a garota blues… É, aquela mulher forte, com uma alma forte, pura, vibrante. Ela tem um olhar firme, e só vai dar bola pra você meu caro, se realmente sentir a sintonia dos solos gingados que fazem com seus olhares, como duas guitarras que se conversam num Jam no palco.

É ela passar e os trompetes, trombones e demais metais soam, ecoam e chamam um backing vocal grave, charmoso e cheio de personalidade para acompanhar sua graça, leveza e presença…e aquela jogadinha de cabelo sabe?

Essa mulher é uma das mais difíceis de conquistar, mas, ah, que delícia é estar ao lado de uma mulher versátil, adorada pela sua companhia, conversa boa, inteligência e sagacidade.

É do Rock ’n’ Roll!
Personalidade. Força. A mulher que fala tudo que ela tem que falar, expõe sentimentos e esconde uma força que pelo amor de Deus. É aquela intensidade toda no falar, no olhar, no abraçar, no beijar.

Atitude de quem quer viver a vida a cada segundo que dá pra viver. Energia pura, não vai te deixar parado, ela não é agitada, mas é cheia de vida. Sabe aquela amiga sua que gosta da amizade dos homens, fala besteira e palavrão de vez em quando sem a menor frescura? É ela a mulher personalidade, a mulher rock’ n’ roll.

Ela não tem que provar nada pra ninguém, mas ela quer ser reconhecida, e ela se entrega total ao que (ou quem) ama, assim como a guitarra entrega seus solos cheios de alma, quase falante, aos dedos do bom guitarrista. É pura graça e força.

Ela é o Samba
Ela é o samba e o samba é ela… ah, a mulher com alma do samba eu preferi deixar por último. Essa para mim é uma das mulheres mais apaixonantes da Terra, talvez por isso digam que a mulher brasileira é uma das mais belas em aparência e personalidade.

A mulher samba é aquilo tudo. É aquele sorriso fácil, sorriso manso, sincero, que vem com tudo para te alegrar. Ela traz aquele risinho tímido e feliz, tem uma beleza no andar que para qualquer bobo na rua. A mulher samba tem um jeitinho, um jeitinho que ela e só ela tem, por isso é tão difícil achar a mulher samba. Ela não é aquela rebolante, ela é aquela charmosa, que nasceu para alegrar a vida das amigas e (muito mais) dos apaixonados homens que ouvem seu rítimo choroso, charmoso, feliz e gostoso…êita nois…

Se você quer se sentir ainda mais perto de uma mulher samba, ouça uma boa bossa nova[bb], que cantou tantas mulheres fantásticas, com um olhar faceiro, mortal, delicioso de se trocar, de se tocar, aquele olhar calmo e penetrante.

Ela e seu “laiá laiá”

Você saberá exatamente quando encontrar uma mulher samba, ela sabe provar que está ali sem precisar de muito esforço, afinal, o samba é inconfundível em qualquer lugar do mundo.

Mas fique esperto, mulher samba é só pra quem sabe o que é um verdadeiro samba, já dizia Aragão[bb], tem que ser moleque atrevido, e saber respeitar quem soube chegar onde uma mulher dessas chegou ;)

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E você, tem alguma mulher e uma música favorita? Como descreveria? E você mulher musical que está lendo, homem-música também se aplica?

Vou lá ouvir mais um sonzinho e me apaixonar, porque eu sou muuito mais uma “mulher musical” dessas do que uma “mulher-fruta” daquelas!

E agora é só passar na casa da Dona Oncinha e conferir o texto do Rubens, que me acompanha nesta “difícil” tarefa de escrever sobre as mulheres e sua musicalidade :)

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Por uma tentativa de aproveitar mais as ruas e sua bicicleta.

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Quão infernal não está dirigir hoje em dia né não? É praticamente impossível sair para ir até o supermercado, a casa daquele seu amigo comer uma pizza ou comprar um pastel lá na feira do bairro vizinho sem ter, ao menos, um pensamento que não te traga um palavrão até a ponta da língua.

Buracos01

Sente-se uma vontade incontrolável de se lembrar da querida progenitora do responsável pelo cuidado com o asfalto (ou falta do cuidado com ele). Seja o prefeito, departamento de trânsito, whatever. Você se lembrará da senhora que o pariu.

Você pode também encontrar com um dos milhares de folgados metidos a Schumacher presentes aos montes simultaneamente nas ruas. Aquele cara que acha que a rua é dele, afinal ele é machoeperigosopacaraio e tem direito de fechar quem bem quiser, ficar acelerando quem bem estiver na sua frente, atravessar 2 mm da perna da pedestre, que é aquela senhorinha que mora perto da sua casa, te ofereceu aquele bolinho de chuva, lembra? Gente fina a dona Maria…

NÃO ô imbecil, seu looser!

Bem, diante desta situação você tenta uma alternativa. Se é para ir para longe, o ônibus ou metrô pode te ajudar, coisa linda, não é lá tão cômodo, mas ajuda a colaborar contra a poluição, é meio lotado pra poder carregar sacolas e etc, mas vá lá…funciona.

Ou então, você pode escolher alternativas legais, como ir de bike! Puta, que legal, você pode passear pela cidade, apreciar coisas que não vê de carro, curtir o ar livre (se não estiver com 80% de poluição e 12% da umidade do ar apenas) e de quebra faz um exerciciozinho pra manter a forma, claro! Saudável.

Há ainda quem prefira dar aquele rolê de skate[bb]. Coisa mais gostosa dar aquela volta de skate ou patins pelas ruas, curtindo o vento na cara, mandando algumas manobrinhas que você aprender quando tinha 15 anos e tal… Demais.

Capacete Melancia

Ok, vamos voltar para a Terra: fala pra mim, se dentro de um carro, teoricamente protegido por um “cockpit” e amortecedores já é temeroso dar uma volta pelas ruas, pensa então em cima de uma bicicleta e um skate?

Eu tentei. Ambos. Juro que tentei, mas não me chame para ir dar uma volta às 11 da manhã ou 7 da noite. Infelizmente vou dispensar, minha coragem aparece apenas em horários menos movimentados – se bem que até de madrugada gente já morreu atropelada.

Ah, e não se esqueça do capacete[bb] se tentar alguma dessas alternativas, ok? Não é porque os caras não usam o cérebro dirigindo automóveis e departamentos públicos que você vai querer perder o seu né?

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A Economia e a Bolsa, coisas engraçadas.

E enquanto você lê em um jornal que o poder de compra da classe B e C – cujas quais nem sei mais quem são – você ouve no outro tele-jornal que o varejo nunca esteve tão aquecido. São investidores e mais invetidores, as vendas só sobem, o dono da “lodjinha” só sorri quando os marketeiros aprensentam-lhe os gráficos no fim do trimestre.

Aí, vem aquele teu amigo OTIMISTAPRACARAMBA te avisar que a bolsa de valores acumula uma média, baixa, de 8 pontos e alguns quebrados. E óbvio, aquela carteira de ações que indicaram para ele investir não tinha UMA relação sequer com algum varejista.

Mundo engraçado esse, né não?

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Verdades que todo mundo escreve sobre as eleições

Tá na “crista”. É sucesso falar no assunto. No ponto de ônibus já não se fala mais no tempo de chuva. Salinhas do café, boteco, futebol e churrasco do domingão, salão de cabeleireiro… Todo canto é canto pra se falar das figuras denominadas políticas que temos visto no horário eleitoral.

Em primeiro lugar deixemos claro que isso não é um texto humorístico, porque afinal, rola uma multa monstro para quem fizer humor com envolvidos na política durante o período eleitoral. Logo, se você rir de algo que escrevi é porque é bobo. Sério, eu nem humorista sou.

Essa de proibir humoristas de “fazer graça” com a política é coisa do Joker, aliás. E se alguém chegasse pra você e falasse: “aê irmão, tá sabendo? 2014 NADA DE PIADINHAS SOBRE FUTEBOL. Cada piadinha vale uma casa”. Parô né? Censura de novo? Vai ter que rolar cara pintada, panelaço, whatever? Vamos regredir, é isso? É ISSO PO#&*(@?

narizBom, só porque é moda, vou assuntar um bocadinho sobre “puxadores de votos” como estão sendo chamadas as pessoas, digamos carismáticas, que pintam na sua TV. Parece que os caras tão lá, olhando pra você e falando: “Vai palhaço, fiz meia dúzia de coisa legal na vida, sou ‘famoso’, até na TV eu apareci. Vamos lá, quero virar político”. Não precisa nem falar que é bem capaz de certos candidatos atenderem o controle remoto da TV achando que é telefone.

Aliás, POLITICO, de fato e por definição, é um cidadão que representa uma sociedade e que vai tomar decisões, dependendo do seu cargo, que afetarão a vida de um país inteiro. A VIDA DE UM PAÍS INTEIRO, sacou?

Aliás, o foco pode ser em uma só coisa, EDUCAÇÃO, véi. Quando vir algum (rezamos por “alguns” mais beleza…) candidato falar que o caminho pro Brasil ser um país FO#@ * é a educação e ver o seu plano de investimento e de como funcionaria o sistema educacional fod@*#$tico que criaria gente inteligente, capaz e de opinião pro país, pronto, dormiríamos o sono dos justos.

Falando nisso, tome por base o vídeo do Felipe Neto abaixo, é bem isso:

Dói como chute na canela. Sendo polido.

Duro ouvir a palavra “propaganda” junto com o horário eleitoral. Pensar que sou do ramo da propaganda. Assusta. Ah! O negócio é virar jogador… cantor… hun… ter 15 minutos de fama or something. Se tudo der errado, ainda sobra o…deixa pra lá.

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“Maslow Web” e a necessidade “básica” por atenção

Eu tenho visto umas coisas bem medonhas esses tempos aqui pelas interwebs…

Aí eu parei pra filosofar comigo mesmo: “cara, porque você ainda mantém um blog e escreve nele?”.

- “Pô, Caião, simples, porque eu gosto de escrever e o layout que o Scaico te ajudou a fazer ficou bunitinho…”

Ok, esse ponto que eu toquei do porque eu ainda escrevo aqui é porque eu tenho um blog há huns 5 ou 6 anos (tinha outros antes do Blumerangue), eu gosto dele, de verdade. E também porque eu mantenho meu Twitter desde que meia dúzia e meia de publicitários curiosos sabiam do que se tratava essa bagaça. Não porque eu quero que 200 amiguinhos meus leiam peloamordealgumacoisadesesperadamente o que eu posto aqui ou no Twitter.

Agora, eu to me assustando cada vez mais com essa galera que tá querendo virar gente na internetê. AMIGÔ, se tu não é gente fora da internet, num é dentro do mundo virtual de bloguesinho e twitterzinho que você vai virar não, okay?!

É como se Maslow (clique se não estudou publicidade/marketing[bb] na faculdade) tivesse criado uma pirâmide pra internet dos dias atuais, onde a necessidade básica não seja pesquisar, compartilhar, consumir informação, mas SER O CARA DA INFORMAÇÃO, ou seja, necessidade 1 na pirâmide: aparecer!

Eu também acho uma “puta falta de hipocrisia” essa parada de ficar criando e caçando historinha do povinho carentinho que quer ser gente na internet pra gerar noticia. PO*&%@! Vamo trabalhar né!

Rebolar o tchantchan e ser Rock Star tem diferênça

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Ponto 1: necessidade de notícias explorando as historias de privacidade ou falta dela nas redes sociais. Amigo, não quer rolo? Não coloca tua foto bêbado de cueca com batom na cara e não fale merda na rede.

Ponto 2: criançada, essa necessidade insaciável de vocês ou essa carência por atenção ta gerando coisas medonhas na rede, tipo bulinar uma mina no “twitcam” pra metade do domingo a noite ver. Gente, fama na internê é como na música, sempre tem huns babacas que conseguem, mas são só 15 minutos porque dançou quase pelado or something worst, ser Rock Star[bb] mesmo é só pra quem trabalhou muito e teve talento!

Momento DICA do Blumer: para os necessitadinhos de atenção indicamos a “Escola do Rock”: Criança, vá lá ver se aprende a pelo menos a curtir o que faz ;)

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Uma das Copas do Mundo mais “estranhas” tem um final feliz e justo

Paul_PolvoUma copa do mundo[bb] que foi extremamente mal apitada, com falhas grosseiras, uma copa do mundo que teve muito mais seleções querendo levar a taça na malandragem, tentando dar uma de sabidos do que as poucas seleções que foram lá para jogar futebol.

A copa da África do Sul 2010 mostrou uma série de erros, de deficiências, mais dentro de campo do que fora de campo apesar dos problemas funcionais, lições que o Brasil tem que ter humildade e principalmente cérebro para não deixar acontecer.

Apesar de todos os pesares acima, e mais alguns que não citei, a Copa do Mundo 2010 teve um final justo e feliz, com erros de arbitragem, com “cavaladas”, mas os deuses do futebol estavam lá, de olho novamente.

Paulo Vinicius Coelho, o PVC, foi mais uma vez um poeta durante o jogo com uma frase que já víamos dentro do campo desde aquele jogo da Holanda contra o Brasil, um jogo holandês “anti-futebol” total, mas ele fechou o jogo com uma frase de ouro:

“A lição dessa copa do mundo dada pela Espanha é que se ganha SIM jogando um futebol bonito, trabalhado e se perde jogando com um futebol feio”.

Spain_Shirt2010Amor à camisa, a gente vê por aqui!

Lição da Espanha[bb] para vocês, CBF guy’s e para vocês próximos candidatos a técnicos da Seleção Canarinho. Esperamos um Brasil pelo menos jogando bonito em 2014, fazendo a festa da moçada, em casa.

Ah, e deixo aqui aquele abraço para o Paul, o Polvo, que na copa das esquisitices teve um bixo desses prevendo os resultados, e mais bizarro ainda, o féla-da-mãe acertou!

Enfim, eu não manjo NADA de futebol, mas aí estão as coisas que eu acho que acho que vi, e como bom descendente de espanhol, vou ali comemorar… “La fúuuuuria eô”!

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O tal do “se fosse fácil não tinha graça”

Easy

Essa é uma frase um tanto antiga, cuja a qual eu mesmo já utilizei inúmeras vezes para rolar aquela motivação extra na galera, ou em mim.

Conquistar aquela que parece ser a mulher da sua vida, nunca é fácil, mas também, “se fosse não tinha graça”. Aquele trampo que você sempre achou a sua cara, porque raios você comemoraria e cobiçaria se fosse fácil? Aquele jogo que teu time tá perdendo de 2 de diferença e aí, ó que beleza, o técnico acertou a mão na substituição, foi pros pênaltis e “ééé Campeão!”.

Mas tem uma hora que as coisas difíceis, realmente difíceis, to falando no negócio chegar ao “hard-master-demolition-fuck#(¨*!-moment” , aí você para pra pensar: meu, nem tem taaata graça assim mais heim…

Mas tudo bem, como na vida a gente precisa de incentivo, pense que tudo isso é um teste pra te deixar mais forte, experiente, questionar se você REALMENTE acredita Naquilo ou Naquele que você diz acreditar.

…Ou então, se preferir, pode deixar pra lá e nunca descobrir se valeu a dificuldade.

Vou ali fechar Top Gear no “hard” no Super Nintendo, e sem ter como salvar heim… abs.
#piadanerd

Imagem via Flickr spackletoe (CC – Alguns direitos reservados)
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