A teoria dos palavrões… &*($#@!

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Palavrões.

Hoje Fil#@ da p%¨@ já é praticamente considerado um ponto gramatical, isso quando ele não se torna um coringa na frase. Pode ser uma surpresa, pode ser de decepção, alegria… O vídeo abaixo ilustra muito bem o que é um palavrão bem colocado em um diálogo…

Mas o que realmente me intriga são coisas que realmente provocam o palavrão em você, porque afinal, você não tem outra opção lingüística a não ser soltar um palavrão.

É quase que uma força do universo, a gravidade do palavrão agindo sobre as palavras que vem à sua mente.

Você encontra a Katy Perry de shortinho na praia. Feche os olhos…Imagine a cena… veio alguma coisa na sua mente sem ser um palavrão?

Prestei mais atenção na Teoria dos Palavrões depois que me atentei nos testemunhos prestados por algumas pessoas sobre uma mesma coisa. Uma comida por exemplo. É dar a primeira garfada, você entra em choque, você trava, você não ouve, não vê, você só percebe aquele “put#@¨que o pariu!” vindo com tudo…

A conquista. A conquista de um prêmio, de um aumento, de uma mulher que você tanto paquerou, daquele gatinho que você passou meses pensando como seria sair pra jantar com ele. Você entra no carro e tome o efeito da Teoria do Palavrão vindo novamente.

Podem vir os puritanos dizendo que palavrão é uma coisa extremamente feia, que a educação condena, que é coisa de gente mal criada, mas é uma das primeiras coisas que você aprende na ESCOLA (local educador, teoricamente) junto com a palavra “CA-SA”.

Ai de você puritano que nunca disse um palavrão, que jogue o primeiro pedaço de chocolate suíço que comeu.

Que você tenha muitos momentos que tirem seu fôlego e que tirem palavrões da sua boca, porque só esses momento poderemos contar pros netinhos. Sem citar os palavrões, claro :D

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