Desde a 5ª série – geralmente idade em que os moleques param de correr feito hienas enjauladas desde o nascimento com os amiguinhos e começam a caçar namoradinhas – que o homem fica cagado, atrapalhado e com neurônios em choque perto de mulheres com avantajada beleza.
Sabe o Clark na primeira temporada de Smallville, toda vez que chegava perto da Lana? Achava que era o kriptonita?
Sempre tem uma bonitinha no colégio: os caras tropeçam, falam o que nunca deveriam ter pensado em dizer, brincam com o que nunca deveriam brincar, tentam mostrar que sabem jogar futebol bem pacas pra impressionar e atingem a senhora que está atravessando a rua, etc.
Então, os homens crescem, evoluem, ou não… e aí começam a melhorar estes aspectos, ou seja, entendem que devem apenas xavecar e não fazer mais nada ao mesmo tempo, ou já sabe…
Foco é a palavra, jovem/nerd/tímido/moleque que lê este texto. Ouça o tio.
Eu, por exemplo, nunca melhorei, afinal, desajeitado eu sou por natureza. Há quem diga que o charme é esse, ou não… (Srta. Blumer?).
Apesar do senso comum sempre ter provado todo esse desenrolar constragedor durante a vida de um homem, lá vem a ciência e fala tudo que elas sempre quiseram ouvir:
“De acordo com os pesquisadores, é possível afirmar que os homens apresentam um forte declínio cognitivo quando estão na presença de uma mulher bonita”.
Regozijem-se moléres, sei que estão com um sorriso de brinco a brinco.
A pesquisa, porém, mostra que ao contrário dos homens, elas frente a um homem boa pinta, não têm perda cognitiva. Mas coloque ela frente a outra mulher mais bonita, melhor vestida ou ex-namorada do cara que você vai ver. Rá, senso comum, te adoro!
Via Cunhada e @ricardorigoleto .Popularity: 4% [?]










