Arquivos de April, 2009

Música | O melhor vídeo que assisti hoje vai te fazer sorrir 29 April 2009 as 2:52 pm de Caio Blumer

Eu não pude ter a audácia de mudar o título do post que vi no Gizmodo. Ele fala tudo sobre esse vídeo, aliás, é quase um “re-post”, afinal ele falou tudo que que tinha que falar.

Eu sou um fã inveterado do poder da música. Sim, o PODER da música. Esse vídeo é a prova de que ela é uma linguagem universal, que onde você for existe gente de coração aberto para se comunicar através da música.

Chega de falatório. Pegue seu lenço de papel e click no play:


Playing For Change | Song Around The World “Stand By Me” from Concord Music Group on Vimeo.

Essas coisas me arrepiam!

O vídeo é uma gravação de um cover de Stand By Me, aquela famosa Stand By Me. O vídeo e a música foram gravados apenas com alguns microfones, um notebook, uma câmera de filmagem, boa vontade e paixão pela música.

São artistas completamente desconhecidos, artistas, músicos e cantores de rua do mundo todo. O início é em uma ruazinha em Santa Mônica – Califórnia – por um músico que se chama Roger Ridley. A base no violão e vocal foi levada para Grandpa Elliot que colocou sua contribuição – e que contribuição! – apenas ouvindo o que Roger havia feito por um fone de ouvidos. A partir desse instante o projeto foi levado dessa mesma forma ao redor do mundo: Europa[bb], África, América do Sul – inclusive Brasil.

A música cura, a música alegra, a música te faz chorar e faz rir. Esse é o poder da música.

Falando nisso, e pra finalizar, aproveito para reproduzir também o primeiro parágrafo do post no Gizmodo que matou a pau:

“Se esse vídeo não levar uma lágrima para seus olhos e não fizer você sorrir pelo resto do dia, você é um desgraçado sem coração. Assista do início ao fim – você não vai se arrepender.”

Arrepiado ainda?

Via Diego Jock e Gizmodo

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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

+ Como Termina? Por Scaico 28 April 2009 as 11:31 am 1 comentário

Eu não canso de me impressionar com a internerds. É um lugar bem grande, cabe um monte de bobagem. E é legal que sempre surge uma coisa nova. As pessoas estão criando coisas cada vez mais específicas.

MarleyFoi por isso que não me impressionei quando soube da existência do Como Termina, um blog que tem um único propósito: Contar o final de filmes. Isso, simples assim. Em alguns curtos paragráfos. Algo bem #prontofalei. É legal que em alguns casos como o filme “Marley & Eu”, uma frase basta: “O cachorro morre.” (Passe o mouse para revelar. Não me responsabilizo por sua curiosidade.).

Passou o mouse alí em cima? Aposto que a maioria passou. E é essa a idéia do Como Termina. Parafraseando o criador Ivan: “Elevamos a máxima potência a premissa de que a curiosidade é maior do que qualquer coisa! Experimente começar a ler e duvido que você vá conseguir parar!”

sayid-shot-someoneSou grande fã de Lost, Heroes e House. E detesto quando vejo um spoiler (informação sobre um episódio que não ví). Mas ainda assim, se eu entro num blog de spoilers, acabo lendo. Afinal, foi para isso que entrei lá, não?
Mas odeio mesmo quando fazem um spoiler pra mim. Isso é sacanagem. Quando você entra em um blog de spoiler, você está procurando sarna para se coçar. Agora abrir o MSN de alguém e ficar gritando e repetindo algo no estilo: “O Sayid atira no Ben criança, após viajar no tempo e voltar para 1973!!!” é mancada (Vai por mim, se você não está atualizado em Lost, NÃO vai querer passar o mouse aí. Eu avisei).

Mas, como bom espirito de porco que sou, resolvi fazer com os outros o que não gosto que façam comigo e me propus a ajudar o Ivan nessa empreitada. SIM! Esse é um post jabá. Estou promovendo meu outro emprego. Quero ver se o Blumer vai fazer algo a respeito! HAH!

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+ Brindes | M&M’s personalizado da NBA Por Caio Blumer 24 April 2009 as 10:40 am Nenhum comentário

Há um tempo atrás eu havia visto a possibilidade de se personalizar M&M’s com logotipos, imagens ou palavras para empresas entregarem como brindes ou mesmo deixarem na sua recepção.

Agora, a loja online da M&M’s lançou a possibilidade de se comprar os chocolatinhos com símbolos dos times da NBA[bb], em comemoração aos playoff’s que começaram na liga de basquete mais famosa – e milionária – do mundo.

mms_nba_site(clique na imagem para ampliar)

Os M&M’s vem nas cores do time e ainda é possível escolher a embalagem, que conta com 3 possibilidades: pacotinho (no mínimo de 3 unidades por $12.99), dispensador ($59,99) e o Box especial ($140). Veja mais no mymms.com/NBA

Se alguém aí de fora estiver vendo e quiser me mandar 3 pacotinhos de M&M’s do Cleveland Cavaliers eu aceito de todo coração :D

Vi no Blog da Paula Rizzo.

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+ Encarando o TCC | A Série! Por Caio Blumer 23 April 2009 as 11:21 pm 2 comentários

Saudades de blogar, rapaiz!

Como você deve saber (ou não) estou no último ano da faculdade do curso de Propaganda e Marketing[bb], quase um marketeiro (não gosto desse termo, prefiro falar publicitário quando me perguntam, simplifica).

Enfim, o último ano da faculdade é a graça de qualquer estudante! Vai terminar! Você se formará e será finalmente um profissional certificado. Porém…porém, você terá que encarar, seja no curso que for, o bendito do TCC! – música de suspense de filme de terror de 5ª aqui.

Bom, como se percebe, eu malemá tenho postado aqui, tudo graças ao bendito do TCC! Mas, como bom marketeiro/planner/publicitário que estou me formando, a chave do negócio é transformar uma fraqueza ou falha em uma oportunidade. Tente, você também consegue!

TCC?

TCC, definição oficial: Trabalho de Conclusão de Curso, sem o qual, você não se formará, nem a pau!

TCC, definição de estudantes: “Trabalho Com o Cão”!

studing

A série

Aproveitando a deixa então, estou começando uma série de posts contando os apuros, apertos, correria, alegrias, brigas, idéias e toda essa mistureba de acontecimentos que o TCC traz no último ano para um universitário.

Até o fim do ano tem assunto. Quero tentar levar você até ao dia da apresentação e o recebimento da nota do projeto experimental que vamos desenvolver. Espero ajudar novos universitários, estudantes que estão entrando em cursos de comunicação e a galera que está enroscada com seus trabalhos de conclusão ou que relembrarão seus tempos de universidade. Ah, claro, você que quer apenas ver eu me ferrando também vai se divertir.

Bem vindos a bordo! Tormentas e calmarias estão a vista…

Essa série de post é inspirada pela série “Emprego sem CV” que o Rafa Amaral fez e muito bem no Estagiariedade.


Imagens retiradas do Flickr com todos os direitos reservados por E_ljo-r e Kristoffer Pson

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+ HQ | A Piada Mortal e Coringa Por Marcio 22 April 2009 as 12:48 pm 13 comentários

É muito bom estar de volta ao Blumerangue, já que, depois da minha estréia, fiquei afastado devido “Crise Organizacional de Idéias”: uma síndrome recém criada por mim e que na minha concepção é algo similar à “Crise do Segundo Álbum” nas bandas de Rock[bb]. Trata-se do caso clínico: você fica muito, mas muito empolgado mesmo com as novidades (no meu caso, o blog) que começa a ter idéias demais sobre as coisas e não consegue organizá-las em uma ordem racional e de fácil entendimento.

Recuperado da crise, quero expressar o quanto gostei da oportunidade de escrever aqui e compartilhar com todos os “Blumerangonautas” a satisfação de dividir algo com vocês. Obrigado a todas as pessoas que comentaram o meu post (através do blog e pessoalmente) e a equipe muito acolhedora do Blumerangue, mas, vamos ao que interessa:

Apresentação

13/04/09 -> é a partir desta data que a Globo inicia oficialmente a sua programação de 2009 (o Faustão apresentou a Cerimônia ontem) e aproveito a oportunidade para iniciar a minha programação no Blumerangue também. Se antes me iniciei postando sobre um show antológico sem nenhuma apresentação formal (se bem que na seção “Quem Faz” há um pequeno profile), senti-me na obrigação de falar um pouco mais sobre a minha proposta para o ano de 2009 antes de realizar novas publicações aqui.

Sou apaixonado por Música, Histórias em Quadrinhos e Cinema e compartilharei com vocês as novidades, minhas opiniões, comentários e sugestões sobre estes assuntos. E o que nos espera?

Hoje:

  • “A piada mortal” e “Coringa” – Duas Graphic Novels em edições de Luxo no Brasil

No Futuro Próximo:

  • Pop ou MPB? Discurso sobre a classificação musical no cenário musical nacional
  • O Amadurecimento das Histórias em Quadrinhos
  • Clássicos Musicais
  • Clássicos do Cinema

Fique ligado, haverá muito mais!

Batman: A Piada Mortal Edição Especial de Luxo

cor_01Novidade nas bancas e livrarias brasileiras, a Edição Comemorativa de 20 Anos foi lançada há 1 ano nos EUA e a DC não tinha previsão de lançá-la no Brasil, porém, no início do mês passado fomos agraciados não somente com este lançamento, chamado aqui de Edição Especial de Luxo, mas também uma edição em capa dura da graphic novel mais vendida do ano passado, nomeada simplesmente de “Coringa”.

Em se tratando de estória, “A Piada Mortal”, lançada originalmente em 1988, é um clássico absoluto e, dentre as tantas versões apresentadas (às vezes pelo próprio vilão) como a origem do Coringa, esta é a mais aceita pelos fãs, servindo também como base (juntamente com a estética de “O Cavaleiro das Trevas”) para o roteiro do aclamado filme[bb] do morcego no ano passado: “Batman: “O Cavaleiro das Trevas” do diretor Christopher Nolan.

“A Piada Mortal”, escrita por Alan Moore (Watchmen, V de Vingança, Do Inferno), arrasta-nos para dentro da mente do psicótico Coringa, decidido a provar para todos que é somente um dia ruim que separa um homem qualquer da loucura (e por assimilação, do próprio Coringa). Assim, somos levados através de flashbacks para a origem esquecida do vilão, o Capuz Vermelho, um comediante decadente que já teve família e foi um homem comum.

Não bastando a sordidez de seu plano, a vítima da sua experiência é nada mais nada menos que o Comissário Gordon, um dos maiores aliados do Batman. A frieza com que o Palhaço do Crime conduz o seu plano chega a atordoar os desavisados, acostumados com gibis inocentes como a Turma da Mônica. E sem entregar o final, apenas digo que é dúbio e surpreendente.

É uma revolução da qual não participei (já que em 88 tinha apenas 3 anos) mas que agora temos a chance de possuir em edição de luxo, porém, mesmo que a história principal seja o suficiente para justificar um lançamento deste porte, ela ainda conta com alguns extras: um prefácio por Tim Sale (autor de “Batman: O longo dia das bruxas” e a partir de 2006, consultor artístico da série “Heroes”), posfácio de  Brian Bolland (Artes, Cores e Capa), algumas artes originais do arquivo de Bolland, a mini estória “Sujeito Inocente”, a republicação da primeira estória (original de 1940) do Coringa e o fato mais marcante e polêmico desta edição, a total recolorização da arte original.

cor_02Em 1988, o trabalho de colorização realizado Higgins utilizava cores quentes e “modernas” para a época, e dessa vez, Bolland declarou que queria colorir a sua própria arte, priorizando cores frias. Seu trabalho é mais facilmente notado nos flashbacks, onde decidiu realçar apenas alguns objetos no cenário remetendo pouco a pouco ao clímax com o Capuz Vermelho. Ao lado, temos um comparativo com a versão recolorizada à esquerda e a original à direita. Alguns fãs xiitas taxaram este trabalho como “photoshopolizado” e sem a essência da obra. Eu, particularmente, noto na edição atualizada uma imersão mais condizente com a mente fria do Coringa. (clique na imagem ao lado para ampliar)

Simplesmente Imperdível! “Batman: A Piada Mortal Edição Especial de Luxo” tem 84 páginas e custa R$19,90.

Coringa

Com um título simples e aproveitando a vibe gerada pelo bem sucedido filme lançado no ano passado, a DC publica agora no Brasil, esta que foi a Graphic Novel mais vendida do ano passado nos EUA.

cor_03Assim como sugere o título, estamos frente a uma estória focada no Coringa onde diferente de “A Piada Mortal” (com os fatos desenterrados da mente do Palhaço), os acontecimentos são narrados através da visão de Jonny Frost, um bandidinho de segunda que se oferece para literalmente buscar o Coringa, recém libertado, sabe-se lá o porquê, do Asilo Arkham (para os não iniciados em Batman, este é mais um dos ícones mitológicos do mundo do herói, um manicômio-prisão da escória da cidade).

Começa então a escalada do rapaz pelo mundo do crime e junto com ele, mais uma vez viajamos por uma Gotham City através da visão do submundo. Não estamos vendo os planos do herói para impedir o crime, ao contrário, vemos o crime planejando – não derrotar o herói, o que o Coringa quer com o Batman é deixá-lo louco, atingi-lo de outra forma – recuperar a sua posição, seu território.

Visitamos os lares de cada vilão: Duas-Caras, Pingüim, Harley Quinn, Charada, Crocodilo, e a cada visita, entendemos (ou não, o que é melhor!) as motivações e os tormentos de um criminoso mais parecido com um cachorro louco, de fato, um agente do Caos, mas também um ser doente, viciado em pílulas, solitário e o vemos chorar durante a sua subida para o topo da rede de crimes da cidade.

cor_04O “Coringa” de Brian Azzarello (roteirista premiado por “Superman: Pelo Amanhã”) e de Lee Bermejo (Arte, “Lex Luthor: O Homem de Aço”) é um daqueles objetos flutuando entre a cultura pop e a sutil beleza das obras primas. A Gotham recriada por Bermejo possui um traço altamente impactante e a cidade é continuamente melancólica. O Sol está sempre se pondo e o artista ainda nos reserva algumas artes finais sublimes em alguns pontos-chave da narrativa (exemplo, a saída do Coringa do Arkham, a primeira vez que a bela loira se revela como Harley Quinn e o momento da ÚNICA frase do Batman na HQ, tão carregada de ressentimento, beira ser tão maldoso quanto o próprio Coringa).

Mesmo que esta estória tenha começado a ser escrita antes do filme de 2008, o visual dela foi altamente inspirado no Coringa de Heath Ledger e para a o orgulho dos brasileiros, Bermejo utilizou até o sucesso nacional “Cidade de Deus” (veja ao lado) como base para uma cena da HQ. Apenas para retirar qualquer idéia que possa passar pela cabeça, isto não é plágio, utilizar fotografias como referência fotográfica é algo comum nas Histórias em Quadrinhos, vide os arquivos de Bolland em “A Piada Mortal” onde encontramos um auto-retrato dele frente a um espelho para a arte da capa.

Coringa, pode não ter o mesmo charme que “A Piada Mortal”, devido ao fato de que as Histórias em Quadrinhos[bb] de hoje não precisam provar a sua maturidade, portanto, não é algo impactante (exceto os traços fantásticos de Bermejo) e nem revela algo tão surpreendente sobre vilão, porém, por ser mais uma imersão bem dirigida na mente do Coringa já é digna de constar em nossas coleções e é inegável tratar-se de mais uma HQ clássica para a mitologia do Batman. Vale à pena!

Coringa, que tem 100 páginas, papel de qualidade e capa dura, custa R$24,90 (Só por curiosidade, a edição original custava 19,90 doletas).

Marcio (Perninha) é fã de Regis Tadeu e por isso termina o seu post deste modo. Descobriu hoje que uma música da qual gosta demais desde pequenino chama-se “Eleanor Rigby” e foi gravada pelos Beatles em 1966. Ele pode ser encontrado no email marcio@blumerangue.com e se alguém mandar alguma mensagem para ele sobre os assuntos aqui apresentados, ele irá responder e talvez até publicar no próximo post.

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+ Design por um mundo melhor. Por Tatty Mamprin 10 April 2009 as 10:22 pm 1 comentário

Infelizmente, muita gente acha que DESIGNER é aquele que sabe fazer montagens no Photoshop, consegue montar um cartão de visitas pro tio no Corel ou que junta elementos e monta um site (não importa o quão ruim ele seja).

Design está muito além de saber operar softwares, até porque hoje em dia, qualquer um pode fazer isso (há MILHARES de tutoriais no Google).

Design é PROJETO; é buscar soluções para os problemas que seu cliente apresenta (seja para aumentar as vendas, remodelar um produto, melhorar/criar um logotipo…); é facilitar a relação entre o homem e as coisas que o cercam; é transmitir idéias, valores e conceitos.

Design também é melhorar a vida dos 90% da população mundial que não têm acesso aos serviços e bens mais básicos. E foi pensando nisso que nasceu o “design social“.

Um dos objetivos dessa área do design, é atuar onde não há interesse da indústria, trazendo soluções que resultem em melhoria da qualidade de vida, renda e inclusão social.

Visitando o mundesign, descobri que o SEBRAE fez a adaptação de um modelo consagrado internacionalmente, desenvolvido pelo Conselho Mundial da Sociedade de Design, que ficou conhecido como “Oficinas de Design Urbano”. Essas oficinas reunem designers, sociólogos, arquitetos… que juntos desenvolvem um projeto a fim de melhorar a vida dos moradores de uma cidade selecionada (de acordo com os critérios básicos requisitados pelo programa), sem desrespeitar sua cultura e riquezas naturais.
Há um vídeo, dividido em 3 partes (primeira, segunda e terceira), que mostra a oficina sendo aplicada na cidade de São Desidério/BA. Recomendo para quem quer conhecer o trabalho e saber como funciona.

Vale conhecer também o site da exposição Design for the other 90%. Lá são apresentadas algumas soluções encontradas por designers de diferentes toldopartes do mundo, para melhorar a vida de pessoas com menos recursos. Há inclusive um “abrigo” (que não foi exposto, mas faz parte do catálogo), batizado de “Inclusive Edge Canopy” (veja imagem ao lado), criado pela Associação de Arquitetura de Londres em cooperação com a Universidade Federal de Recife. Trata-se de uma cobertura de lycra, sobre cabos de aço, que cria uma ampla sombra. Um objeto útil e visualmente agradável.

E você, está feliz com a realidade que o cerca? O que faz para melhorá-la?

Comece com atitutes simples como dar um sorriso, dizer um “bom dia”, falar um “obrigado”, e tratar as pessoas com o mesmo carinho e respeito com o qual gostaria de ser tratado. Não é preciso ser profissional para fazer isso…

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