Arquivos de March, 2009

Teorias | O mundo é mesmo pequeno? 29 March 2009 as 6:17 pm de Tatty Mamprin

Você conheceu Joãozinho na balada. Conversa vai, conversa vem, você descobre que Joãozinho é o melhor amigo de Luizinho, que é primo do Mário… o Mááááário, aquele amigo do Ricardinho, que é irmão da Amanda que… opa, é sua melhor amiga! Mundo pequeno, não é mesmo? De acordo com o psicólogo norte-americano Stanley Milgram, é!

Milgram fez um experimento denominado “mundo pequeno” (publicado na revista Psychology Today, em 1967) com voluntários nos estados de Nebraska e Kansas, e descobriu que eles conseguiram chegar a pessoas desconhecidas em Massachusetts (adoro falar Massachusetts?) usando uma rede de amigos, contatos comerciais e outras relações. E foi baseada na idéia de “mundo pequeno”, que surgiu a “teoria dos 6 graus de separação“.

A Teoria dos 6 Graus de Separação diz que você está distante de QUALQUER PESSOA NO MUNDO (pasmem!!!) por até 6 amigos/conhecidos. Parece conversa daquele pseudo-nerd que você conhece, mas basta começar a linkar as pessoas a sua volta pra ver que há um GRANDE fundo de verdade nisso tudo.

Com o surgimento das redes sociais virtuais, fazer esses “links” ficou ainda mais fácil. Inclusive o Sr. Orkut Büyükkökten (ganha uma paçoquinha quem souber pronunciar o sobrenome) levou a teoria em consideração ao desenvolver sua rede social (um exemplo são os tais “amigos em comum” que aparecem quando você vê o perfil de outra pessoa).
Alguns estudiosos do fenômeno dizem que o orkut serve para provar satisfatoriamente que essa teoria é verdadeira.

Brett Tjaden (um cientista da computação da Universidade de Virgínia) criou um joguinho pra internet chamado de The Oracle of Bacon. No jogo, você descobre qual o grau de separação do ator Kevin Bacon com outros artistas. Resolvi utilizar o joguinho pra ver a quantos graus eu, que ♪ sou apenas uma moça latino-americana, sem dinheiro no banco, nem parentes importantes e vinda do interior, estou do ilustríssimo (ou não), Sr. Bacon.

E deu nisso aqui:

6graus(clique na imagem pra ampliar)

Ou seja, a pessoa que vos escreve está a 3 “graus” (os filmes não contam. Foram usados só pra mostrar como eles se conheceram) do Sr. Bacon (Blumer, quero aumento de salário!). Não é batutinha?

E as experiências que buscam comprovar a teoria não param por aí.

Em 2008, uma equipe de pesquisadores da Microsoft divulgou o estudo que eles fizeram utilizando 30 bilhões de mensagens instantâneas enviadas por 240 milhões de pessoas em junho de 2006 e estabeleceu que, em média, duas pessoas podem estar vinculadas em 6,6 etapas. “Acreditamos que é a primeira vez que uma rede social em escala planetária pôde validar a descoberta conhecida como ’seis graus de separação’“, destacou Eric Horvitz, que co-dirigiu o trabalho com Jure Leskovec .

Stephen Dolan, aluno da Universidade de Trinity (em Dublin, na Irlanda), criou o Six Degrees of Wikipedia. A proposta do experimento é mostrar qual o grau de separação entre os verbetes da famosa “enciclopédia livre”. Resolvi testar esse também, e descobri que “McDonald’s” está separado de “Inferno” por apenas 3 verbetes (CORRÃO!).

Quem assiste Lost, já deve ter percebido que boa parte dos personagens estão conectados (no DVD de extras do box da 2º temporada, é possível ver as Conexões de Lost, que mostram por quem os personagens principais estão ligados). Ou seja, olha a teoria dos 6 graus de separação servindo de inspiração mais uma vez.

Apesar de todos esses experimentos, a teoria nunca foi considerada válida cientificamente.
Não sei quanto a vocês, mas mesmo assim, tenho cada vez mais certeza que “o mundo é uma uva“.

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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

+ Projeto Música Feliz | Musicoterapia, colaboração e alegria para a molecada Por Caio Blumer 27 March 2009 as 11:34 am 6 comentários

Acho que já deu pra perceber q eu sou fã de projetos que visam ajudar. Não importa ajudar o que, mas ajudar. Seja dar uma força para diminuir essa poluição ridícula, esse uso deslavado de água, ajudar pessoas a darem risada, a serem mais alegres.

Enfim, não dizem que estamos na era do mundo colaborativo? Isso não serve apenas para falarmos de propaganda, de redes sociais, de blogs, de pessoas colaborando com comentários ou conteúdos na web. A era da colaboração é ajudar!

Os dons que temos a serviço do colaborativo.

Eu sempre defendi que devemos usar o que temos de melhor, os dons que temos da melhor forma, claro que existe aquela máxima “se você sabe fazer algo muito bem, não faça de graça”. Concordo, afinal, você tem que sobreviver nesse mundinho de meu Deus, certo?

Mas eu também sempre acreditei e sempre vivo com um pensamento na minha cabeça: se eu tenho um dom, ele veio de grátis, ele me traz benefícios, porque não dividir com as pessoas para ajudar elas, seja da forma que for?

Ajudar é bom demais. Ensinar um amigo a jogar tennis pra ganhar uma vida mais saudável, tocar aquela musica engraçaralha no violão praquela amiga que tá tristonha, contar piada, trocar lampada para a sua esposa, ajudar a namorada a preparar uma torta, escrever num blog.

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Ontem conheci pelo twitter um projeto chamado Música Feliz. Uma galera que ama a música e manja disso e conhecendo os benefícios que a música pode trazer às pessoas,  se reuniu para montar um projeto e um site onde as pessoas podem entrar em contato e pedir ou enviar uma canção para crianças e jovens doentes.

Pense só o bem que a música não faz a você. Vai me dizer que você nunca ligou o rádio num dia feliz e saiu dançando? Colocou os fones, ligou o iPod no metrô, no ônibus e começou a cantar ou tocar bateria imaginária com metade do povo te olhando com cara de “esse é louco”? Se animou ao ouvir aquela música que você não ouvia faz tempo tocando…

Música é uma terapia fantástica, pra mim é uma das melhores formas de se trazer alegria. É uma relação de cumplicidade – você ama a música e ela te ama – é uma linguagem universal, não importa o gosto Calypso ou Tom Jobim.

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A proposta dos caras é excelente e muy simples: você conhece alguém que tem um filho, sobrinho, priminho, amigo que está doente? Que não se anima muito?

Quer uma coisa mais gostosa que ganhar uma música especialmente feita para você? Imagina só a alegria da molecada quando souber que foi composta uma música só para ela, com os nome dela e com características da vida dela…

O pessoal do projeto cria as músicas e as publica sob licenças Crative Commons (vejam que é séria a coisa) enviando para as famílias das crianças e disponibilizando no site. Criaram comunidade no Orkut, Twitter e um blog com novidades do projeto.

Acesse o site da Música Feliz, conheça quem faz o projeto, conheça o projeto e se a música é parte da sua vida, se ela também te alegra quando você mais precisa, ajude, colabore!

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+ Ação promocional | Bolinhas anti-stress e anti-câncer de mama Por Caio Blumer 25 March 2009 as 1:17 am 6 comentários

Existem milhares e milhares de campanha acontecendo no mundo e várias vezes nos deparamos com elas nos intervalos principalmente de novelas e programas para o público feminino (aka Ana Maria Braga e etc…) que tratam dos perigos do câncer de mama.

É absolutamente indispensável que a mulher saiba se cuidar, se prevenir e fazer regularmente os exames que, vocês mulheres, sabem melhor do que eu quais são.

A Roche, fabricante farmacêutico, ciente das suas responsabilidades sociais foi atrás de uma campanha para conscientização do mulheril em Portugal, onde o índice dessa doença é bem alto.

A ação toda foi criada pela McCann Ericksson de Portugal que colocou 50.000 bolinhas anti-stress – aquela emborrachadinha, macia que você vive ganhando de brinde de provedor de internet, sabe? – nas ruas de Portugal sendo distribuídas por promotoras juntamente com panfletos explicativos sobre os auto-exames periódicos que as próprias moças podem fazer.

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Mas a questão é que as bolinhas eram especiais! Vejam abaixo como foi a criação de uma bolinha que fazia com que a mulher sentisse como o susto pode ser grande, mas a prevenção é a melhor saída pra se livrar da doença! Eles colocaram uma bolinha mais rígida dentro da espuma da bolinha anti-stress! (Clique na imagem para ampliar!)

roche_cancermamavcsentebolinha

A mensagem na bolinha diz: “Você não vê o câncer de mama. Você sente!”

Desculpem o palavriado, mas foi FODA!

Via CCSP

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+ Just a fest São Paulo | Radiohead e muita emoção Por Marcio 24 March 2009 as 1:18 am 14 comentários

A história é muito antiga, foram vários anos de rumores e “certezas” desmentidas posteriormente sobre a vinda do Radiohead às terras brasileiras e todos estes anos esperamos (o que eu julgava serem poucas pessoas) um show destes ingleses que tiveram o seu álbum Ok Computer de 1997, considerado por muitos críticos como melhor álbum dos últimos 20 anos e presença marcada em listas sobre o que você deve ouvir, contudo, se você não conhece Radiohead, já está na hora de procurar alguma sobre os caras e a ultima coisa que vou falar aqui sobre isso é que o ultimo álbum dos “gentlemen”, o aclamado “In Rainbows”, foi indicado a vários prêmios do Grammy 2008 além de inovar sendo o primeiro grupo (pelo menos de grande porte) a liberar um cd para download na integra pelo preço que o fã desejar pagar.

radiohead

Sigamos para o tão esperado 22/03, sim, eles estão aqui e não corremos o risco do show ser cancelado, pois já tocaram no Rio de Janeiro, e como todo fã que se preze, já soube do set list e já sei o que nos aguarda.

A chuva anunciada pela previsão do tempo e que peguei na estrada simplesmente se dissipou quando chegamos a São Paulo, e mesmo o lugar incompatível com uma banda deste porte não desanimou os fãs que se reuniam à frente do palco ainda nos últimos retoques de montagem as 15:00. O DJ é horrível, deveria ter-nos deixado sem ouvir nada. A expectativa continua.

Los Hermanos

Há quem diga que temos bandas melhores para abrir o show do Radiohead: mentira!!! Após os primeiros acordes e sopros de “Todo Carnaval Tem Seu Fim” os cariocas já haviam ganhado o público, um Camelo como sempre contido e simpático e um Amarante cada vez mais divertido, esquisito e solto. Depois o Little Joy ele vem com uma confiança inacreditável no palco, fazendo suas danças e esquisitices.

O Los Hermanos se mostrou muito enérgico, com uma presença de Rodrigo Barba na bateria muito mais aparente e depois de algum tempo sem tocarem junto, parece que as influências de cada um fizeram muito bem ao som do grupo.

O show deles contou com poucos hits ( se é que se pode dizer isso de algo dos hermanos além de Primavera e Ana Julia) e com várias surpresas, dentre elas Cher Antoine.

Esperamos uma volta à altura do que já fizeram antes, mas se não for possível,  já mataram um pouco da saudade que havia em nossos corações.

Robots

Sai Los Hermanos e sua aparelhagem entram 4 controladores Midi e 4 Laptops, só isso! Um som eletrônico vai aumentando aos poucos, 4 figuras de preto entram no palco: “MAN – MACHINE – SEMI- HUMAN – BEING”. Não precisou de mais nada, o Kraftwerk mostrou com uma seqüência de 14 músicas que a música eletrônica também é arte quando bem feita.

As imagens hora retro, hora futurísticas acompanharam “Man Machine”, “Tour de France”, “Autobahn” e “Trans-Europe Express” até que o grupo deu lugar a 4 robôs (sim robôs, para apresentar “Robots”.

O quarteto volta vestido de preto e verde-neon para apresentar “Aero Dynamik” e saem um a um em “Music Non Stop”. Já estamos aquecidos…

Catarse num Show Apoteótico

Pontualmente às 22:00 (como todo bom iglês) , entra um Colin Greenwood todo animadinho , pulando e aplaudindo, uma simpatia só, do lado de cá, os simples mortais gritam e começa “15 Step”, Thom canta cheio de esquisitices, “There There ” o que é isso, é a segunda música do show e já estou extasiado, Jonny Greenwood e Ed O’Brien ajudam Phil Selway com mais dois tons de bateria cada um na incursão tribal, “Boa Noitche” de lá do palco “Boa Noite” grita o coro de 30 mil pessoas.

Com 3 telões e uns tubos parecendo umas estalactites sobre o palco, dava até para ver o set de pedais do O’Brien , tudo muito lindo, maravilhoso, realmente o Radiohead estava ali. Pode parecer exagero, mas para quem esperou tanto este show, realmente custou a acreditar.

Segue “The National Anthem” e neste momento eu penso “Meu Deus, eles estão tocando “Kid A”. Tudo bem que no Rio de Janeiro eles tocaram muitas músicas do “The Bends” mas niguém me paga o prazer de ouvir as músicas do “Kid A” ao vivo.
Continua o show com “All I Need” , afinal, esta é a turnê do “In Rainbows”, vamos ouvir muito deste cd, o que é ótimo! A seguir, “Pyramid Song” e  “Karma Police” , todos cantam junto mas ao mesmo tempo ouvem Thom cantando , é uma coisa indescritível.

radiohead-in-rainbows

Segue “Nude” e a melhor do “in Rainbows”: “Weird Fishes/Arpeggi” que ainda melhor ao vivo, neste momento, meu amigo Wall disse, tenho que tirar uma foto você assim, eu estava em transe.
O show continuou impecável com Jonny roubando a cena várias vezes, sendo com um ataque de timidez ao não querer falar ao microfone, mexendo em suas parafernálias ou colocando um radio à pilha sintonizado em alguma radio local para tocar entre alguns intervalos dentro das músicas.

Um momento bacana foi quando Thom apresentou Jonny que retribuiu da mesma forma e tocaram a acústica “Faust Arp”.
“Idioteque ” transformou a chácara do Jokey em uma Rave roqueira e terminou com Thom jogando o pedestal com o microfone no chão: Demais!
“Exit Music (For A Film)” deixou todos em silêncio com tanta singeleza e por fim “Bodysnatchers” fecha o show mas ninguém vai voltar pra casa assim e os ingleses voltam com “Videotape” , “Paranoid Android “  com a platéia continuando a cantar ao final, o que fez com Thom viesse com o violão e fizesse um dueto com o público cantando “Rain down, rain down…”, impagável, “Fake Plastic Trees”, ouvi alguém dizer que “não fazia questão de ouvir, mas já que eles tocaram…”, sinceramente, coisa de gente tola, uma música como essa não surge todos os dias, fiz questão de ficar calado e ouvir cada som que veio daquele palco. Veio “Lucky”, “Reckoner” e acabou-se o show? Não, esperamos mais um bis, prontamente atendido com “House of Cards”, “You and Whose Army?” que foi sinistramente e ironicamente oferecida aos Yankees, e “Everything In Its Right Place” com direito à letra sendo transmitida abstratamente nas luzes tubulares do palco. Acaba o segundo bis e ninguém se move, depois de alguns minutos, volta Thom e diz “Acho que estão esperando por isso” e devido a nossa santa insistência somos recompensados por “Creep”.

Memorável! Creio que uma parte da minha alma ainda está lá. Ficamos a esperar uma volta mas este primeiro show do Radiohead no Brasil fez parte da uma história maior. Os Irlandeses do U2 perderam (só por um pouquinho, confesso) o posto de melhor show da minha vida.

Set List do Show

“15 Step”

“There There”

“The National Anthem”

“All I Need”

“Pyramid Song”

“Karma Police”

“Nude”

“Weird Fishes/Arpeggi”

“The Gloaming”

“Talk Show Host”

“Optimistic”

“Faust Arp”

“Jigsaw Falling Into Place”

“Idioteque”

“Climbing Up The Walls”

“Exit Music (For A Film)”

“Bodysnatchers”

1º Bis

“Videotape”

“Paranoid Android”

“Fake Plastic Trees”

“Lucky”

“Reckoner”

2º Bis

“House of Cards”

“You and Whose Army?”

“Everything In Its Right Place”

3º Bis

“Creep”

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+ Séries | Lie to me! Por Tatty Mamprin 22 March 2009 as 12:49 am 10 comentários

Quem me conhece um pouquinho, sabe que sou viciada gosto muito de séries, e tenho uma “quedinha” especial por aquelas que envolvem investigação criminal… E é aí que Lie To Me entra.

Dos mesmos produtores de 24h, a série que estreou no dia 21 de janeiro na Fox (com previsão de exibição no Brasil em setembro), mostra o trabalho do Dr. Cal Lightman (interpretado por Tim Roth – “The Incredible Hulk”) e sua equipe, especializados em detectar microexpressões faciais e gestos corporais involuntários, que podem revelar muito mais do que as palavras dizem e ajudar a polícia na investigação de crimes.

Lie To Me é baseada nos estudos reais do professor de psicologia da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em São Francisco, Paul Ekman, de 74 anos, considerado um dos cem psicólogos mais influentes do século XX.

Ekman iniciou suas pesquisas na década de 50, com base nas idéias de Charles Darwin, que percebeu que pessoas de diferentes culturas, sem qualquer ligação, usam as mesmas expressões para demonstrar raiva, nojo, angústia, medo, alegria…

Após estudar as faces de elementos de tribos da Nova Guiné, doentes esquizofrenicos, espiões e assassinos em série, Ekman conseguiu mapear as expressões e gestos, que duram cerca de 0,05 segundo (microexpressões) e é com base nesses estudos que ele dá treinamento a órgãos do governo como a CIA e FBI. Seu trabalho é mostrar aos agentes como entrevistar adequadamente os suspeitos e testemunhas, destacando a importância da análise das suas microexpressões faciais logo no primeiro interrogatório, conforme explica: “É nesta altura que melhor se apuram as emoções por detrás das expressões faciais, muitas vezes antes mesmo que o próprio interrogado perceba o que está sentindo“. O objetivo é garantir uma melhor investigação policial, que permita diminuir o número de inocentes levados ao tribunal e, eventualmente, uma condenação injusta.

Achou interessante? Então dê uma olhadinha na abertura da série (que eu adoro):

Apesar do pouco tempo de estréia, Lie To Me já é sucesso de audiência nos EUA, desbancando séries como Lost, Law & Order e Criminal Minds. Agora o jeito é torcer pra que ela chegue o quanto antes no Brasil ou baixar os episódios semanalmente aqui.

P.S.: quando eu crescer, quero ter as habilidades do Dr. Lightman.

P.S.²: uma pessoa normal conta 3 mentiras a cada 10 minutos de conversa.

P.S.³: isso tudo só prova que House tem razão quando diz que “everybody lies”.

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+ A Hora do Planeta | O Blumerangue participa, e você? Por Caio Blumer 19 March 2009 as 1:10 am 7 comentários

A Hora do Planeta é uma ação mundial que une governos, empresas e toda população para tentar mostrar um pouquinho ao resto do mundo o quanto 1 horinha de luzes apagadas ao dia não mata ninguém!

A organização da ação é da WWF e a filial do Brasil também está participando, onde várias de cidade já decidiram participar da ação, veja aqui no site quem são elas.

A primeira empresa que tive notícia da participação é a Coca-Cola que irá desligar seu famoso luminoso no Picadilly Circus, em Londres.

Confira no vídeo o tamanho que a coisa tomou e quanto ainda pode tomar:

No site montado para a campanha temos várias informações, como na aba de notícias que funciona quase como um blog com noticias das ações no país. Inclusive o rodapé conta com algumas redes sociais utilizadas pela campanha, como: Twitter, Youtube, Flickr, MySpace e Facebook. Imagina como esses aplicativos vão bombar no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, dia e horário mundiais da ação!

60horaterra

Bom, o Blumerangue está participando dessa ação e já aproveita para convencer parentes e amigos. E você, tem medinho de escuro é? Cadastre-se!

Só para finalizar, espero que as pessoas entendam que esse é um ato para DEMONSTRAR que é possível fazer isso, e o quanto economizamos de recursos naturais. Será que não rola fazer isso mais vezes por semana, ou, ao dia?

Via Blog do Tas e Blog da Paula Rizzo

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+ HP | Meu caderno virou 3G! Por Caio Blumer 18 March 2009 as 9:27 pm 1 comentário

A HP está com uma promoção para o público blogueiro e ainda está incentivando quem gostaria de ser blogueiro.
De olho no amplicação das vendas de laptops a HP promove sua linha com uma campanha cultural bem legal. É só você se cadastrar no site da campanha “Se meu cadernos fosse 3G” e postar no seu blog (caso você não tenha um ele te ajudará a montar um) um texto contando como seria seu caderno se ele fosse 3G. Eu recebi um e-mail sendo convidado pra participar e cá estou eu.

Vamos ao post então:

Como ajudaria um caderno 3G, pega essa:

1) Wiki: seria massa poder montar uma wiki com as dúvidas e termos da galera sobre o curso, onde até pessoas de outro semestre poderiam consultar e colaborar.

2) Blog: já pensou blogar sobre a aula, comentar como tal professor fez bunito ou melecou a aula, contar sobre tal matéria e a galera comentar na hora? Escrever sobre o tema tratado, a opinião. Puts o Blumerangue teria ainda mais conteúdo!

3) Google:  a salvação de toda prova, digo, pesquisa… pesquisa.

4) Messengers: você poder trocar idéia com alguma amigo profissional sobre tal opinião do seu professor, ou colega, e na hora ter mais um ponto de vista, mesmo do cara que não está presente! Ah, sem esquecer da namoradinha, claro ;)

5) Twitter: óbvio que esse não poderia faltar. Como eu vou combinar os NoB’s depois da aula, poxa?

6) O bixinho teria que ser compacto, mas ter um tecladinho bala pra utilização das ferramentas acima com fácil acesso. Sem tampa, claro.

7) Entradas USB e de fones de ouvido bluetooth pra garantir caso a aula esteja chata que dê dó!

8 ) Touchscreen, porque não?

9) Por ultimo, e não menos importante, claro, uma boa memória pra guardar anotações e gravações em vídeo que podem ser feitas através da webcam integrada na parada, que, com uma rede 3G rápida poderia transmitir via streaming.

Tudo para facilitar a vida de universitário de ano de conclusão de curso e de blogueiro.

concurso_hp_caderno3g

“Eu também quero, tio…”

Curtiu a idéia da HP, quer saber como concorrer e o que pode ganhar? Clique no link abaixo e má sorte, porque o prêmio é meu rapá:

http://hp.gizmodo.com.br/conteudo/seu-caderno-virou-3g

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+ Nike personalizado | KriptoNate na NBA Por Caio Blumer 18 March 2009 as 1:34 am 7 comentários

A Nike vive utilizando a estratégia de personalizção os equipamentos esportivos de seus principais atletas como Ronaldinho Gaúcho com a linha R10 no futebol ou Roger Federer no Tennis com a linha RF.

Essa estratégia se baseia em “presentear” os astros patrocinados pela marca e depois mandar esses produtos para o mercado, é claro!

A mais nova ação de personalização da Nike foi a criação do Nike KriptoNate.

nike-kryptonate

O tênis para basquete desenvolvido pela Nike especialmente para o “baixinho” Nate Robinson de 1,75m que venceu o campeonato de enterradas da liga norte-americana ao saltar sobre o “Superman” Dwight Howard. Veja a jogada abaixo:

A criação foi baseada na roupa e idéia de Nate para “vencer” o Superman Howard que era favorito na disputa de enterradas. Ele vestiu o uniforme do New York Nicks, costumeiramente azul, agora na versão “verde-kryptonita”, incluindo a bola verde usada na jogada.

Taí, oportunismo da Nike e esperteza em patrocinar os melhores atletas em cada esporte para fazer seu nome estar lá em riba!

Vi o tênis via Twitter pela @racheljuraski.
Fonte: NikeBlog

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+ Games | Ganhando para jogar (ou quase) Por Scaico 17 March 2009 as 10:25 pm 6 comentários

Volta e meia alguém reclama que não existem oportunidades no mercado. Em contrapartida, eu vi uma declaração (de 2008, mas tá valendo) de um estúdio de arte que tinha estrutura para contratação imediata de 30 novos funcionários, mas faltavam candidatos. Mas porque faltavam candidatos? Por que estou falando da Indústria de Games no Brasil. Um setor em crescimento (um crescimento tímido, mas ainda assim significativo) que, segundo alguns, está “ignorando a crise”.

Super NintendoFala sério, quantos da nossa geração não são ligados em vídeo-game? Não passaram horas e horas jogando Master System, Mega-Drive e Super Nintendo? É uma área em expansão, carente de gente especializada e com uns salários bem convidativos (dependendo da região, obviamente). O Brasil é bem competente nessa área, tem uma pancada de empresas pequenas que trabalham com “outsourcing” (criação de conteúdos específicos, como modelos de veículos ou personagens) para empresas maiores. Fora que algumas empresas grandes estão de olho no nosso território: a Ubisoft abriu um estúdio de produção em São Paulo, há pouco mais de um ano. Existem também estúdios brazucas fazendo uns trabalhos bem legais, profissionais mesmo. É só ver o jogo Taikodom. Nunca joguei, mas só de olhar os screenshots dá pra ver que mesmo trabalhando com jogos, não estão de brincadeira.

Eu não vou ficar falando de dados, porcentagens e tudo o mais. Para esses detalhes técnicos, é só dar uma olhada nessa ótima pesquisa da Abragames. O meu post aqui é só para dar um toque pra galera: Tem muita coisa por ai, basta ir atrás. É obvio que para conseguir trabalhar com Games você precisa se especializar. Mas para isso existem cursos. Vai reclamar que é algo incerto? Bem, na vida é preciso correr riscos. O que eu digo é: gosta de games? Corre atrás.

Quer ler mais sobre a indústria de Games no Brasil?
Tem essa matéria do “O Globo” aqui E uma da Veja aqui.

Fase Bônus:

Get The GlassAlém de games para Consoles/PC/Celulares, existem também os chamados Advergames (Jogos como forma de divulgação e publicidade), como o “Get The Glass”, que faz parte da boa e velha campanha “Got Milk”, criada pela Goodby Silverstein & Partners para a Cooperativa de Leite da Califórnia (California Milk Advisory Board).

Dark KnightE quem não lembra da baita campanha feita para o lançamento do Batman: The Dark Knight? Boa parte, se não toda ela, era composta por um Alternate Reality Game.
E Tem disso aqui no Brasil também… Mas isso é um assunto bem longo que eu vou deixar para um próximo post…

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+ F1 | Rubinho pé de chumbo!? Por Caio Blumer 17 March 2009 as 1:29 am 1 comentário

Quem diria heim!? Rubens Barrichello, da nova BRA/Brown – ex-Honda – foi o piloto mais rápido do dia de treinos em Jerez de La Frontera. Eu mesmo fiquei um tanto desapontado em não ser o “Senninha” o novo piloto e sim o Rubinho.

Os “retardatários” a Rubinho no treino da manhã foram (susto em negrito):

1°. Rubens Barrichello (BRA/Brawn), 1min18s398 (18 voltas)
2°. Fernando Alonso (ESP/Renault), a 0s936 (25)
3°.
Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 1s231 (14)
4°. Nico Rosberg (ALE/Williams), a 1s385 (22)

Via Tázio

Há quem diga que viu Rubinho mandando uma “sambadinha” em cima do banquinho dentro do vestiário, após os treinos. Nova dancinha para versão 2009?

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